PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 36

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ALEMÃO NARRANDO

Dormir sentindo o cheiro de seus cabelos, é a melhor coisa que tem me acontecido em minha vida, a Flor tem um cheiro tão gostoso, que eu fico encantado, a verdade é que eu estou de quatro por essa baixinha, e infelizmente o medo do passado sempre toma conta de mim, eu estou mal com isso, e sei que ela sente algo muito mais do que pode transparecer, eu sei que é novo para decidimos o que é que sentimos, mas se eu estou tão louco nessa mina, quem dirá como é que ela está se sentindo em relação a mim. Então fiquei ali velando o seu sono por mais um tempo, até que eu me levantei, fui até o banheiro, fiz minhas necessidades e em seguida fiz minha higiene pessoal, assim que eu acabei eu sair do banheiro e fui até a cômoda, peguei um short e o vestir com dificuldade, afinal eu estou recém operado com o braço fodido. Assim que me vestir eu sair do meu quarto e fui descendo as escadas para o andar de baixo, afinal de contas eu tinha acabado de acordar, então assim que eu desci a minha mãe estava ali, vindo na direção das escadas.

Mãe: Bom dia meu filho. - ela diz sorrindo.

Alemão: Bom dia mãe. - digo e lhe dou um beijo na testa assim que me aproximo dela.

Mãe: Já ia subir agora para ver se você já estava acordado, eu iria te chamar pra tomar café da manhã. - ela diz sorrindo.

Alemão: Estou com fome mesmo mãe. - digo sorrindo e vamos caminhando para a cozinha, e meus pensamentos voltam na minha gostosa, eu sei que ela é minha, e ela sabe que sou dela, porém ninguém precisa saber, não agora.

Mãe: Vem meu filho, senta aqui. - diz e vou até a cadeira, me sento e ela sorrir. - Você quer que eu coloque sua comida? - pergunta e apenas assinto.

•WHATSAPP ON•

Alemão: O filho da puta, trás a mãe da Florência aqui.

Rick: Beleza vou agora.

•WHATSAPP OFF•

Mãe: Aqui está meu filho. - ela me tira a atenção do celular.

Alemão: Obrigado mãe. - digo sério e aos poucos eu vou comendo. - Eu pedi para trazerem a dona Fátima aqui, a mãe da Florência. - digo e minha mãe sorrir.

Mãe: Tudo bem filho, eu vou recepcionar ela pode deixar. - ela fala e continuo comendo, então quando eu já estava acabando o meu café da manhã o filho da puta do Rick entrou já falando alto.

Rick: Aí cuzão. - ele falou e eu olhei pra ele bravo.

Alemão: Olha o respeito seu filho da puta. - digo sério e a minha mãe me olha brava e eu saio da cozinha com ele.

Fátima: Bom dia, senhor. - ela fala assim que passo por ela.

Alemão: Bom dia dona Fátima, fique a vontade. - digo e ela apenas assente, eu vou pra sala e o Rick vai embora.

Assim que ele saiu, eu peguei o controle e liguei a TV, coloquei em um filme e fiquei ali assistindo, até que a Flor apareceu ali, ela se aproximou e perguntou se eu estava bem e se eu estava com fome, e eu falei pra ela brincando o que eu queria, e ela acabou ficando com vergonha, mas avisei que já tinha comido, apesar que era o corpo dela que eu queria, mas ela disse que está naqueles dias, mas sei que é apenas uma desculpa dela, para que ela não possa ficar comigo e eu me machuque, eu entendo ela, mas vou deixar ela achar que eu penso que ela está doente, então aviso que a mãe dela está na cozinha, e ela na emoção corre até mim, ela me beija e acaba ficando vermelha por que a minha mãe está ali, o que me faz rir depois que ela saiu. Eu fiquei ali no sofá assistindo um pouco, até que o Rick voltou e então ele entrou na minha casa e viu que eu estava na sala, o mesmo veio até mim, e já estava sorridente.

Rick: Oh irmão, você vai poder ir na boca hoje? - ele pergunta e reviro os olhos.

Alemão: Claro que vou po, tá achando que não vou porque? - pergunto sério e o mesmo da risada.

Rick: É que você tem que revisar umas papeladas lá, da contabilidade, e a distribuição de heroína hoje, porque amanhã temos que ir buscar uma carga pesada dos Russos nas docas. - ele fala e eu olho sério para ele.

Alemão: Beleza cara, vamos logo, mas deixa eu ir lá na cozinha avisar minha mãe, que eu tô indo na boca. - digo e ele apenas concorda, então me levanto e vou até a cozinha. - Tô indo na boca, vou resolver uns assuntos e volto em seguida. - digo e a Flor me olha preocupada.

Florência: Não pode ir, você está ferido. - ela diz e eu olho no seus olhos.

Mãe: Ela tem razão. - minha mãe fala e eu suspiro.

Alemão: Princesas, eu só vou resolver umas paradas e volto em seguida, o Rick veio me buscar. - digo e minha mãe suspira, eu vejo o olhar de preocupação da Florência, mais infelizmente eu preciso trabalhar, eu preciso ir atrás de por o pão dentro de casa.

Rick: Virou mariquinha agora? - ele diz rindo e vamos andando, acabo lhe dando um tapa na cabeça que ele geme de dor.

Alemão: Vá se foder, e procure o que fazer seu filho da puta, tá achando que sou quem? - pergunto boladão e ele da risada.

Caminhamos até a moto dele, ele monta e eu vou no garupa, eu não posso pilotar minha moto ainda então tenho que ir na moto desse filho da puta, o mesmo acelerou a moto e seguimos para a boca, no meio do caminho eu olhava para os lados e via que tudo ali estava ótimo, e tenho que abrir um projeto de abrir uma escola para as crianças, porque para os maiores já tem colégio aqui, então preciso ver essa parada de abrir uma escola para crianças pequenas, fico com esses pensamentos até que chegamos na boca, assim que chegamos, ele estacionou a moto, eu desci e ele desceu em seguida, então fomos caminhando para a entrada da boca e os caras começou a me cumprimentar, e eu sei que é por ter sobrevivido a mais uma invasão, então assim que chegamos a gente foi para minha sala, ao entrar eu dei de cara com a Vanessa ali, ela estava quase nua e eu acabei revirando os olhos.

Vanessa: Amorzinho eu fiquei tão preocupada com você. - ela diz cínica e dou risada.

Alemão: Cara some da minha frente, eu não quero saber de você na porra da minha boca caralho. - digo nervoso, e ela me olha estranho.

Vanessa: Você nunca ficou tão agressivo assim comigo. - ela diz com uma voz enjoativa.

Alemão: Tira ela daqui e proibi a entrada dela, ou eu mato a próxima vez que ela cruzar a porra da porta da minha boca. - digo nervoso e vou para a minha cadeira, me sento, e ele leva ela arrastada, enquanto ela grita implorando pra deixar ela ali.

daquele dia na boca, eu fiquei um dia inteiro em casa com a Florência, a mesma estava tendo uns enjoos estranhos, também umas tonturas, e acabei ficando preocupado mas os dias iam passando e eu estava ao lado dela, mas eu precisei contratar alguém de fora do morro para poder examinar ela, até porque ainda não queria ninguém do morro descobrindo nada que ela tenha, eu ainda não sei como posso deixar ela sair de casa, mas a qualquer momento eu vou deixar sim, então no dia do exame dela eu fiquei com ela, eu fiquei olhando tudo que a médica fez, claro que eu estava ciente de tudo, mas estava ali observando mesmo que eu não entenda de nada, mas quero está ciente de tudo, ela fez uns exames e ficou de trazer os resultado no dia seguinte, e então ficou certo. No dia seguinte eu fui para a boca cedo precisava resolver uns assuntos e depois eu iria voltar a tempo de ver o exame dela, porém não teve como porque uma tal de Jéssica chegou no morro.

MG: Tem uma gostosa ai fora querendo ver a Flora. - ele diz e dou risada, eles sabem que ela é a Florência.

Alemão: Manda ela entrar ai. - digo e a Thalita entra ali.

Thalita: Primo. - ela diz sorridente.

O que você quer? -

É que... - ela é cortada quando a tal Jéssica entra com o

Aqui está ela. - diz e a mesma ao me ver deu um

gostoso. - ela fala toda se

Cala a boca vagabunda, ele já tem mulher. - ela diz sorrindo e a Jéssica

me importa se é casado, eu não tenho ciúmes, e se for a Flora a esposa dele, eu e a Flora já dividimos macho. - ela diz e eu acabo

Oh vagabunda, se tu e aquela puta dividiu macho, o problema é de vocês. - diz e minha prima olha pra ela

mico vagabunda, o nome da mulher dele é Florência. - foi ela falar isso e ela me olhou como se me perguntasse

aquela mosca morta? - ela falou isso e me levantei insano, eu avancei nela e puxei os cabelos dela e bati a cabeça dela na parede e a Thalita saiu dali

Lava essa sua boca, pra falar dela, porque se não eu te mato sua puta. - digo nervoso e

depois dela ficar debochando eu mandei o MG levar ela para a fornalha, e sair da minha sala insano eu estava bolado, e eu tenho que ir pra minha goma ver

até a minha moto, e ao subir nela, eu liguei ela e fui dirigindo a mesma até chegar na minha goma, quando eu cheguei eu vi a minha mãe e a Luísa com cara de choro e não entende o motivo, eu estava insano demais, então a Thalita não estava ali, então eu me aproximei da minha mãe e olhei nos olhos