PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 06

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ALEMÃO NARRANDO

Quando eu vi ela ali, a minha vontade foi da um tiro no meio da testa dela, mas eu fiz melhor, eu invadir a casa e fui até ela, eu levantei ela com todo ódio que eu estava, eu segurei no seu braço com tanta força que a mesma ficou nervosa, ela encheu os olhos de lágrimas e eu questionei ela, e cobrei o dinheiro que ela estava me devendo, mas a mãe dela não estava sabendo, quando ela falou que eu estava machucando ela, e que ela não sabia o que eu estava falando, eu não entende o porque dela está falando algo desse tipo, a não ser que ela estivesse louca, ou com problema de memória, então a mãe dela chamou o nome de Florência e então eu fiquei sem entender, mas o MG falou que já tinha visto a outra com essa aqui, e quando a mãe explicou que ambas são gêmeas eu fiquei louco, mas não iria demonstrar isso, o que vou fazer é simples, eu vou levar ela como pagamento, e farei dela a minha empregada, ela vai pagar por tudo que aquela vagabunda da irmã dela fez comigo. Eu não serei feito de otário e nem de trouxa, eu vou caçar essa outra e ainda vou lhe da um corretivo para que aprenda que mexer com bandido é cavar a própria sepultura. Então assim que fomos resolvendo tudo, eu não pensei muito, eu arrastei ela para fora da casa, e levei ela para o carro, ao chegar perto eu abrir a porta e joguei ela com tudo dentro do carro, ela chorava e a sua mãe implorava para que eu soltasse ela, mais eu estava com muita raiva, eu não iria soltar ela, a vagabunda da Flora vai me pagar caro, eu estou com muita raiva e não vou tolerar que ninguém me faça de idiota. Então enquanto a coroa implorava para que eu largasse ela, eu ignorei, entrei no carro, e ao entrar eu olhei pra ela.

Alemão: Ou sua filha me paga, ou essa daqui ficará como pagamento, até a dívida está totalmente quitada. - digo isso e o MG liga o carro. O Henrique entrou no carro, e o mesmo arrancou com o carro, ele dirigiu até a minha goma, o que não demorou, a menina estava acuada e chorando em silêncio, eu não mexi nela, afinal eu sabia que ela estava vindo comigo contra a vontade dela, e eu vou me manter assim quieto, até porque se ela for igual a irmã, uma vagabunda, logo ela vai da essa buceta pra mim, então assim que chegamos, estacionamos.

Henrique: Chegamos. - ele diz e descemos, assim que eu desci eu puxei ela pelo braço com força e levei ela comigo, para dentro da minha goma, e ao entrar com ela, eu arrastei ela até o sofá e a joguei ela por cima do sofá.

Alemão: A partir de agora essa é a sua casa, e a partir de agora, eu quero que você trabalhe aqui, em forma de pagamento, o que a sua irmãzinha fez, eu quero tudo pago, inclusive você vai fazer tudo, de roupas limpas, casa brilhando e comida pronta, eu quero tudo isso. - eu disse tudo e ela não falava nada apenas chorava, então a minha mãe apareceu ali, e ela ao me ver e ver a garota, ela se assustou.

Mãe: O que tá acontecendo aqui? - ela me questionou, mas eu estava chora de mim, eu estava com muito ódio.

Alemão: Não quero questionamento, eu faço o que eu quero e não se meta. - eu grito com ela e a mesma se assusta.

Mãe: Eu sou a sua mãe, e você me deve respeito. - ela diz alterada, mais eu não ligo apenas ignoro ela.

Alemão: Não se meta nos meus assuntos. - digo nervoso e puxo a Florência pelo braço com força e sair subindo com ela para o andar de cima, eu caminhei com ela até um dos quartos de hóspedes, como aqui em casa não tem quarto comum, então vou deixar ela em um de hóspede mesmo, então ao chegar no quarto, eu abrir a porta e soltei ela dentro do quarto. - Pronto, aqui é seu quarto, e não quero mais saber de lamentações. - digo e saiu dali, bato a porta e vou caminhando de volta para o andar de baixo.

Assim que eu apareci ali, a minha mãe estava conversando com o Henrique e o MG, o que eu fiquei bem irritado, então me aproximei deles e já fui logo ouvir o que estavam falando e acabei ouvindo minha mãe reclamando.

direitos de você fazer uma desgraça dessa, com alguém que não tem nada haver com o seu problema. - ela diz me repreendendo.

Não se meta nos meus assuntos mãe, o que faço ou deixo de fazer é assunto meu, eu que sou a dona dessa porra. - digo sério e os dois se

estou indo, já está tarde da noite, e eu não vou ficar aqui. - diz e caminha para

eu também estou indo, amanhã é um novo dia. - diz e saem os