Entrar Via

Presidente Rocha, a Sra. Rocha saiu para mais um encontro romance Capítulo 319

Douglas se assustou e por pouco não deixou Natália escorregar de seus braços. Quando reagiu e a trouxe de volta para perto de si, o rosto dela estava bem próximo à sua parte inferior do abdômen. Seu corpo ficou tenso e sua voz, rouca:

- Natália, você sabe o que está dizendo?

Ele pensou que Natália estava apenas bêbada e confusa.

Desde que se casaram, sempre foi ele quem cuidava dela quando bebia demais e ele sabia muito bem como o álcool afetava ela.

Não planejava levar aquilo a sério, mas a mulher em seus braços, tão embriagada que mal conseguia se manter sentada, assentiu firmemente e disse:

- Eu sei.

Não só isso, ela ainda se mexeu desconfortavelmente e tentou tocar em algo. Douglas segurou a mão dela e mordeu os lábios, tentando se conter.

- Você não disse que queria manter distância de mim? Por que agora parece disposta a ficar comigo?

Natália, embriagada, ainda corrigiu ele:

- Não estamos juntos, é só para retribuir o favor, estou te ajudando a tratar sua doença.

Douglas riu, meio irritado.

- As pessoas costumam se casar para retribuir um favor e você só faz sexo comigo, Táli, você é muito mesquinha.

Natália franziu a testa, pensativa, e então balançou a cabeça com seriedade:

- Você não serve para ser marido.

Suas palavras eram como espinhos finos e macios, perfurando o coração dele, causando uma dor não tão aguda, mas azeda e amarga.

Douglas abaixou a cabeça, segurou a nuca dela com uma mão e encostou suas testas, olhos nos olhos.

Sua voz rouca soava especialmente profunda na sala silenciosa:

- Como você pode saber se não tentar? Táli, eu sei que não fui o melhor no passado, mas posso mudar. - Ele falava enquanto passava os dedos pelo rosto dela. - Táli...

Natália bocejou.

- Se você não quer que eu te cure, tudo bem, eu vou dormir.

Ela se soltou de Douglas, saltou da cadeira e quase caiu ao tocar o chão.

Douglas manteve a mão em sua cintura e quando ela cambaleou, ele a puxou para perto de si.

Ele a pressionou contra o balcão e a beijou intensamente.

Parecia um pouco irritado, beijando ela com urgência, sua língua explorando os lábios e a boca dela de maneira voraz.

Quando o beijo terminou, ambos estavam ofegantes.

Natália já estava bêbada e agora mal conseguia ficar de pé, se apoiando nele.

Douglas abaixou a cabeça, observando os lábios inchados e vermelhos da mulher que tinha sido beijada, e tirou o celular, tocando na tela algumas vezes.

- Táli, repete o que você acabou de dizer.

- Repetir o quê? - Natália perguntou com uma expressão impaciente.

"Como esse homem é irritante."

Douglas persuadiu:

- Diz que você quer ficar comigo.

- Não é ficar juntos, é só ajudar você a se curar, depois disso não devemos mais nada um ao outro. - Vendo que Douglas ficou sério e calado, Natália enfatizou novamente. - Tudo que fiz por você antes foi voluntário, eu nunca te pedi nada, estou retribuindo agora, isso mostra que sou uma mulher bondosa, você não pode se aproveitar disso.

Se Natália não tivesse bebido, certamente não seria tão ousada e vaidosa.

Douglas guardou o celular.

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Presidente Rocha, a Sra. Rocha saiu para mais um encontro