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Presidente Rocha, a Sra. Rocha saiu para mais um encontro romance Capítulo 348

Douglas enterrou o rosto no ombro de Natália, seu corpo quente pressionando contra ela, dedos secos deslizando pelos cabelos dela, tocando as raízes, enquanto a outra mão envolvia a cintura delicada da mulher.

A sensação formigante fez Natália estremecer.

A voz rouca do homem soou perto do ouvido dela:

- Tentar aquilo que você mencionou da última vez.

Natália ficou confusa.

"O que eu disse da última vez?"

Ela não conseguia se lembrar e, em um momento como esse, ela não tinha a capacidade de pensar claramente, mas vagamente entendeu o que Douglas queria dizer.

- Não...

Ela não sabia por que estava recusando, mas seu corpo já estava respondendo, provavelmente por razões psicológicas. Sua mente estava confusa, todas as suas respostas e reações eram instintivas.

Mas mal tinha começado a recusar, Douglas já a tinha puxado para si, a pressionando contra a cama.

Ele se ajoelhou na beira da cama, baixando o olhar para Natália. Um olhar reprimido, carregado de emoção como ondas do mar, olhava para ela. Seus olhos revelavam uma intensa sensação de domínio e desejo, e seus lábios, avermelhados pelo beijo, estavam perto dos dela.

Douglas estava se contendo.

Seus dedos ao lado do corpo dela se apertaram, formando punhos. As veias azuis em seu pescoço sobressaíam, seu peito subia e descia com respirações pesadas, ecoando no quarto silencioso.

- Táli, você também me deseja. - Ele falou com certeza.

Natália mal conseguia suportar o olhar dele naquele momento, tão intenso e fervoroso, sério e sem nenhum traço de brincadeira ou sarcasmo, como se estivessem discutindo algo muito sério, e não...

Ela desviou o olhar sutilmente.

Percebendo sua tentativa de fuga, Douglas segurou seu rosto, a forçando a olhar nos olhos dele:

- Você não pode me enganar, quando eu te beijo, seu corpo reage, você me deseja...

Natália não disse nada.

Seu rosto estava ardendo, mas nem isso comparava com o calor daquela outra parte do corpo.

As palavras de Douglas ecoavam em seus ouvidos, explodindo em sua mente como fogos de artifício.

No final, tudo que restou em sua mente foi a frase "você me deseja".

O homem se inclinou, sua gravata solta caindo, roçando seu rosto.

- Se você me deseja, por que está me rejeitando?

Natália abriu a boca para dizer algo, mas percebeu que não tinha palavras.

Ela não sabia como responder a ele, pois nem mesmo ela sabia o que estava pensando naquele momento.

As mãos de Douglas percorriam seu corpo, ora leves, ora firmes, mas cada toque acertava seus pontos sensíveis com sucesso. O homem sussurrava em voz baixa:

- Táli, relaxa, eu vou ser mais leve.

Ele a beijava, às vezes com ternura, às vezes com tanta ferocidade que deixava seus lábios e língua dormentes. Natália olhava para o teto, a luz suave se espalhando em seus olhos como ondulações de água, gradualmente se tornando embaçada.

Ela vestia uma camisa casual naquele dia e as mãos do homem alcançaram os botões dela, os desabotoando habilmente...

Natália segurava firmemente o pulso dele, suas unhas se cravando na carne de seu pulso, deixando marcas evidentes, mas sem mais nenhum movimento.

Não era possível dizer se ela estava tentando o parar ou apenas segurando.

O som abrupto do toque do telefone rompeu a atmosfera ambígua do quarto. Os celulares de Natália e Douglas eram da mesma marca, ambos com o toque padrão, tornando difícil distinguir de quem era a chamada.

Douglas parecia não ouvir, continuando a desabotoar a camisa dela.

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