Como aquele aleijado imprestável do Magnus ousava vir até sua casa para provocá-la?
Mas Letícia precisava ter cuidado com Lívia. Aquela mulher tinha métodos muito estranhos. Se dissesse algo ofensivo, era bem provável que ela usasse algum truque sujo novamente.
Então, ela conteve a raiva e disse:
— O prazo que o vovô estabeleceu para anunciar o herdeiro ainda não chegou. Ainda não se sabe quem levará a melhor. Magnus, não cante vitória antes do tempo.
Magnus continuou sorrindo serenamente.
— Cantando vitória ou não, se vocês não acreditam, podem muito bem ignorar minhas palavras e continuar se arriscando.
Depois de falar, ele se virou.
— Pronto, Lívia, vamos embora.
Lívia olhou para a expressão de raiva contida de Letícia e sorriu radiante.
— Pensei que, depois de se livrar do veneno, você seria mais arrogante. Parece que ficou mais cautelosa. Pelo menos tem alguma noção de si mesma.
Letícia ficou em silêncio.
Assim que Magnus e Lívia saíram, Letícia ligou imediatamente para seu irmão Enzo.
Quando ele atendeu, Letícia disse, indignada:
— Enzo, aquele aleijado imprestável do Magnus veio aqui com aquela vagabunda da Lívia. Ele disse para você entregar Uriel.
Enzo não disse nada.
Letícia estreitou os olhos.
— Você realmente sequestrou Uriel?
Após uma pausa, ela disse, exasperada:
— Da última vez, você sequestrou Pedro Ferreira para lidar com aquele aleijado do Magnus, e não adiantou nada. Que utilidade tem sequestrar Uriel agora? Você sabe muito bem o quão ruim é a relação de Magnus com o pai dele.


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