OS FILHOS DO SHEIK (completo) romance Capítulo 14

Dahra

Depois do banho eu o ajeitei na cama, as roupas sujas já haviam sido descartadas, meu noivo estava de cueca boxer, eu nunca tinha se quer coloquei os olhos em algum homem nu antes, e algumas vezes até imaginei como ele seria, já que ele seria o único homem que eu veria na vida, então cheguei perto para analisar, mamãe não me dizia muito sobre o assunto de ser casada, só me dizia que eu teria que cumprir minhas obrigações como esposa e que gerasse os herdeiros, certa vez perguntei como eram feitos os bebês, ela me disse que ficávamos deitadas e o marido fazia o que era preciso e era isso. Nós não temos acesso a nenhuma informação, eu ainda tenho alguns livros de romance, que escondo a sete chaves e que por vezes vejo algumas cenas de beijos e descrevem algo sobre o sexo, então o que sei basicamente é o que li em meus livros. Observo meu noivo, na cintura há uma elevação, deve ser daí que saem os herdeiros. E me sinto uma inútil, por não saber ou fazer nada, gostaria que as mulheres de Cadul, pudessem ter conhecimento também e não só agradar aos maridos como diz mamãe, mas sim também sentir meu próprio prazer e conhecer meu corpo.

O meu noivo é muito bonito, sinto vontade tocá-lo e então minha mão como se tivesse vida própria toca o rosto dele, até a barba parece macia, as pontas dos meus dedos descem pelo peito com poucos pêlos, os gominhos da barriga, acaricio cada um deles, e quando me aproximo da cintura vejo que a elevação tinha aumentado e quando ele solta um gemido e imediatamente tiro minha mão e chego a pular de susto.

- Por Alá, o que estou fazendo? – me pergunto horrorizada.

O cobertor que esta aos pés da cama, cuidadosamente coloco sobre ele e fico ainda observando, imaginando o que vou fazer para que ele pense que passamos a noite juntos e assim ele terá que cumprir com seu compromisso comigo, e assim Cadul estará a salvo. Depois do casamento eu o livro de qualquer responsabilidade comigo, e ele poderá governar e encontrar uma esposa na qual ele possa amar e viver feliz, eu não me importo, só quero que meu povo e minha família esteja a salvo de Algul. Tiro a roupa que estou usando e penso que tirar o meu sutiã trará mais veracidade, já que em meus livros eu leio que as mulheres ficam nuas, então devo tirá-lo e fico somente de calcinha e deito-me ao lado dele na cama, me cobrindo com outro lençol. As idéias pipocam em minha mente, se meu plano der errado estarei arruinada, não sei papai vai acordar bem ou vai ter outro surto, essa doença o deixa vulnerável, mesmo com todos os defeitos e maldades que ele já fez eu o amo. Somos criadas em Cadul para obedecer aos pais e depois ao marido só quero mudar isso e ter respeito e no mínimo deixar de ser espancada a cada vez que eu faço algo que não agrada ao homem da casa. Depois de muito tempo perdida em meus pensamentos e não saber nem mesmo que horas são eu adormeço.

Emhre

Eu realmente preciso parar de beber, minha cabeça está doendo e estou fedendo, eu mesmo estou com nojo de mim. Não sei como vim parar no quarto, me lembro de estar no bar, e algumas mulheres me convidaram a ir para seus quartos, mas eu não estava no clima. A traição de meu irmão, que se aproveitou da minha surpresa e levado a Nathi foi demais até para mim. Quando eu realmente me interesso por uma mulher ele vem e me dá uma punhalada dessas.

Caminho pela escuridão do quarto vou até o banheiro e me olho no espelho, estou péssimo, o banho me fará ficar melhor e então entro no box e deixo a água cair em meu corpo, fico ali por bastante tempo até me sentir melhor. Escovo meus dentes para tirar o cheiro de bebida e o bafo de onça como diz vovó Paula, e sorrio ao pensar nela. Deixo a toalha enrolada na cintura e não visto nada, vou voltar para cama, pois estou cansado. O quarto continua escuro e não sei nem que horas são, deito-me na cama e quando vou me esticar sinto o corpo da mulher ao meu lado. Ela voltou para mim. Só ela poderia ter me tirado do bar, pois eu me lembro perfeitamente que não aceitei nenhuma proposta de mulher nenhuma, estava muito chateado demais para fazer sexo com qualquer outra mulher.

Ela esta aqui, o corpo macio e a pele delicada e macia. Suas pernas roliças. Acho que ela percebeu que ficar comigo é a melhor opção e que Esam não vale à pena e tem a tal noiva dele que ninguém quase nunca vê, nem mesmo ele, eu engano as mulheres mas meu irmão está conseguindo enganar essa coitada a cinco anos. Eu me aconchego atrás dela e ela está somente de calcinha, passo meus dedos nos seios fartos dela, e quando belisco um deles ela solta o gemido. Mordo o lóbulo de sua orelha e outro gemido, me coloco em cima dela e mordo o bico do seio, e desço para brincar com seu sexo, a minha língua pincela abrindo caminho para o seu clitóris e ela solta um gritinho e eu me sinto o cara mais sortudo por ter essa mulher na minha cama. Ela se contorce, me aperta com suas pernas e seus gemidos me fazem querer tê-la e me enfiar nela.

E quando sinto ela tremer e gritar num orgasmo e ter meus dedos lambuzados com seu mel, coloco-os em minha boca e é diferente de tudo que já provei, eu vou para sua boca e a beijo desesperadamente. Eu a quero como minha mulher. O beijo foi algo diferente de todos os outros que já tive, até mesmo os outros beijos que já troquei com ela. É um misto de não saber beijar e ter urgência em colar sua boca a minha, definitivamente diferente de tudo que já provei, é como se fosse feito para mim aqueles lábios, exclusivamente meus. Enquanto ela engolia meus lábios, eu passava minha mão em seu corpo, circulava o clitóris ainda inchado depois de tê-lo em minha boca, e ela passava suas mãos em minhas costas e arranhava, tinha desespero em me trazer para perto dela. Ao me encaixar nela, para tomá-la como minha de uma vez, e dessa vez eu a queria como minha.

- Eu quero você para mim – eu disse e ela me beijou com urgência.

Eu entrei vagarosamente, eu sei que ela tinha feito poucas vezes sexo comigo e que ainda poderia machucá-la então entrei nela com bastante cuidado ela cravou suas unhas em minhas costas e soltou um gritinho, fiquei em duvida se tinha machucado, ela ainda é muito apertada e eu queria muito estar bem fundo dentro dela e estou me segurando para não perder o controle.

- Eu a machuquei?

- Não – ela respondeu isso em forma de gemido.

E então eu me afundei na mulher, e foi diferente de todas as outras vezes, parece ter sido feita para mim, mesmo meu membro sendo grande ela agüentou e se remexeu embaixo de mim, cada remexida dela eu ficava mais louco por aquela mulher. E então eu tomei coragem, e disse uma frase que achei que nunca diria, mais eu estou louco por essa mulher e a quero na minha cama todos dias.

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