O homem suspirou e apertou as bochechas dela, que haviam ganhado um pouco de peso ultimamente. “Como eu poderia ficar realmente bravo com você? Quer trocar de roupa?”
Ele olhou para a camisola que a moça segurava e a pegou.
Carola assentiu, apontando para uma pequena mancha de molho na roupa. “Sujou enquanto eu comia.”
Adriano a ajudou a trocar de roupa, a pegou no colo e a levou para o banheiro. Com resignação, escovou os dentes dela e lavou seu rosto antes de levá-la de volta para a cama.
“Durma logo. Hoje foi um dia agitado, você deve estar exausta.”
Ele acariciou a barriga saliente de Carola e se inclinou para beijá-la. “A nossa filha também deve estar cansada.”
Um par de mãos finas e pequenas envolveu seu pescoço. “Marido, você não quer?”
As costas de Adriano enrijeceram. Ele sabia perfeitamente ao que ela se referia. “Fique quieta, não me provoque. Você está muito cansada hoje.”
Ele pensava naquilo o tempo todo, mas o bem-estar dela era mais importante do que qualquer coisa.
“Marido, você é tão bom.” Carola ergueu a cabeça e beijou seu queixo, seus olhos já quase se fechando.
Depois de um dia inteiro de fotos e de um lanche tarde da noite, ela não aguentava mais.
Ela se virou de costas para Adriano, aninhando-se em seus braços, e sussurrou: “Amanhã à noite eu te compenso.”
Adriano sorriu, beijou sua orelha, passou a mão por cima de sua barriga e pegou o celular na mesa de cabeceira.
Ele abriu o gravador. “Então você vai usar aquela camisola preta que está na gaveta pequena do closet, certo?”
Carola já estava quase dormindo e mal ouviu o que ele disse, apenas concordou distraidamente com um “sim”.
Um sorriso vitorioso surgiu nos lábios de Adriano, e ele rapidamente salvou a gravação no celular.
As marcas no pescoço dela eram especialmente visíveis, e Ernesto não pôde deixar de engolir em seco.
Ele viu Joana secando o cabelo, foi até o banheiro, abriu alguns armários e encontrou um secador.
“Vá tomar seu banho logo.” Joana tentou pegar o secador da mão dele, mas foi impedida por uma mão firme que a fez sentar no sofá.
A voz de Ernesto estava um pouco rouca. “Eu seco seu cabelo primeiro e depois vou. A temperatura à noite é baixa, é fácil pegar um resfriado.”
Joana não disse mais nada. Desde que se casou com ele, muitas vezes era ele quem cuidava dela, e ela estava se acostumando a ser mimada.
“Pronto. Vou tomar banho. Espere por mim, querida.” Ernesto se inclinou e beijou seus lábios antes de entrar no banheiro com o secador.
Joana olhou para o vestido que usava, sabendo o que o homem queria dizer com “espere por mim”.

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