Não, não era perdão!
Foi transferir todo o ódio para si mesmo. Com a briga contra Henrique, Felipe finalmente havia ficado sóbrio.
Henrique tinha razão, não foi Estrela!
O responsável por tudo aquilo, na verdade, era ele mesmo...
Felipe não sabia como havia ligado para Estrela. Ligou três vezes antes de ela atender.
Apenas o som da respiração vinha do telefone, Estrela não disse nada.
Felipe mexeu os lábios, mas por um instante não soube o que dizer.
Naquele momento, parecia que apenas escutar a respiração dela era o suficiente...!
Ela ainda estava viva, com que direito ele a odiaria?
Continuar odiando-a...
Acaso a forçaria à morte?
Enquanto esteve com ele, quantas vezes ela já não havia morrido? E essas idas entre a vida e a morte, foi ele quem lhe deu todas.
Mesmo a sua fuga disfarçada de morte dessa vez foi por culpa dele!
Falar de Alistair, falar de Henrique, na verdade, quem ela mais queria despistar era ele.
Do outro lado da linha estava Estrela.
Ouvindo a respiração do homem ficar mais pesada no telefone, ela também permaneceu calada enquanto ele não falava.
Muitíssimo tempo se passou...
Quando pensou que ele não diria nada e fosse desligar, Felipe finalmente falou.
— Você me odeia?
Estrela: — ...
Ao ouvir isso, ela inconscientemente apertou o telefone com mais força!
Odio?
Se fosse falar de ódio, houve momentos em que sentia um ódio profundo!
Mas isso era passado, e agora...
— Odiava antes, agora...
E agora, como estava?
Agora Estrela não sabia descrever o que sentia por Felipe.
Na Cidade R, mesmo que fosse um ódio gigantesco.
Isso desapareceu no momento em que deixou a Cidade R, afinal, tudo foi consumido.
Quanto ao que veio depois, era sem amor e sem ódio.
Agora ela estava calma como a água.
Com um morrendo, haveria paz!
Felipe: — Vitória ou derrota?
— Sim. Se realmente formos ver o resultado de tudo aquilo, só vai restar vitória ou derrota.
Quanto a amar ou odiar.
Para ela, eles já não podiam mais falar sobre isso!
Felipe: — ...
Ao ouvir as palavras 'só vai restar vitória ou derrota', um sorriso amargo surgiu nos lábios de Felipe.
Naquele momento, ele finalmente entendeu o que era no coração de Estrela.
Agora, ela não tinha nenhum sentimento nem mesmo ao mencioná-lo...!
Era a desistência após o ódio chegar ao limite.
Ela havia desistido dele completamente!
Não, não era apenas abandonar ele, mas sim... abandonar a todos, e todos os sentimentos.
— Se for para se vingar, que venha!
Após deixar essa frase, Estrela desligou o telefone sem dar a Felipe a chance de responder.
A mão de Felipe, que segurava o telefone, pareceu perder a força em um instante.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida das Cinzas: O Adeus de Estrela
Nossa tá difícil, não dá pra ter mais criatividade, parar de ser repetitivo, tá só enchendo linguiça, passou da hora de acabar...
Pulei do capítulo 1230 para o capítulo 1282, foi como se apenas tivesse virado a página. Não mudou nada!!!! Está faltando criatividade....
Gente é sempre mais do mesmo. Estou no capítulo 1143, e parece uma reprise constante. Até parece um CTRL C. Está faltando criatividade....
Ta difícil continuar a ler isto, já passou da hora de acabar, muita enrolação...
autor que coisa mais chata esta ridiculo nao sai disso repetitivo...
Amado senhor autor quando isso vai acabar estou no 516 , uma enrolação.......
Que idiotice desse autor já passou da hora de por fim nessa história. Virou uma chatice já não vou ler mais...
Coitada de Estrela, só decepção! Estou esperando essa mulher ser amada e valorizada de verdade. 😧...
Gente! Sou fanática por Estrela… o jeito que ela incendeia tudo é tão fofo…...