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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 262

— Você acha que o verdadeiro dono do Restaurante Fogo Celeste poderia ser a Família Torres? — Hélder Gusmão olhou para Osmar.

Era bem possível que a Família Torres tivesse sabotado o restaurante deles com os corpos estranhos na comida e, enquanto ninguém percebia, preparado em segredo outra loja de hot pot para arruinar o Mar de Nuvens de vez.

Mas Osmar pensou um pouco e balançou a cabeça.

— O Restaurante Fogo Celeste pertence ao Grupo Céu Azul. Se o Grupo Céu Azul fosse da Família Torres, Martim Torres não teria atacado a Céu Azul Entretenimento no começo.

Hélder concordou: — Eu pensei errado.

— Eles podem se demitir, mas o salário que pagamos à toa este mês deve ser devolvido. E anote em seus registros: demitidos por deslealdade à empresa — disse Hélder, furioso.

Embora doesse no bolso, ele ainda podia arcar com a perda de um restaurante de hot pot.

Desse jeito, quero ver como esses funcionários com "manchas" no currículo vão conseguir outro emprego!

O que ele não sabia era que esses funcionários com currículos "manchados" eram extremamente bem-vindos no Restaurante Fogo Celeste.

Já os funcionários vindos do Mar de Nuvens Hot Pot que não tivessem essas "manchas" teriam dificuldade em ser contratados.

Pois somente esses funcionários garantiam que não eram espiões plantados pelo adversário.

Com isso, o Mar de Nuvens Hot Pot faliu de vez.

Mas a questão não havia terminado ali.

Justo quando Hélder e os outros estavam prestes a sair da empresa, aquele mesmo assistente entrou correndo novamente.

— Por que tanto pânico?

— Chefe, Assistente Osmar, a polícia chegou — disse o assistente, baixando a voz.

— O quê? — Hélder mal conseguia acreditar.

Ao mesmo tempo, começou a repassar rapidamente em sua mente tudo o que havia feito recentemente.

— A polícia chegou — repetiu o assistente, com a voz ainda mais baixa.

Apesar de ser inverno, sua testa já estava coberta de finas gotas de suor.

Assim que os policiais entraram, o assistente saiu de fininho e apressou-se a ir embora.

— O caso de envenenamento no Mercado de Vila Régia envolve um funcionário da sua empresa. — O Oficial Moura entregou uma foto.

Hélder deu uma olhada na pessoa da foto: — É um funcionário da nossa empresa, sim. Se ele cometeu um crime, por favor, punam-no severamente. Se precisarem da minha ajuda como chefe, cooperarei totalmente.

— Então, peço que o Sr. Gusmão chame esse homem.

— Sem problemas. Osmar, vá chamar o Assistente Andrade.

Um minuto depois, Osmar retornou.

— Chefe, policiais. Os seguranças da entrada disseram que ele foi embora.

— Ele fugiu. Atrás dele!

— Esperem, Osmar sabe onde ele mora e a rota que costuma fazer. Se ele os guiar, será mais rápido. — Hélder disse, dando uma piscadela discreta para Osmar.

— Então, por favor, nos guie, Sr. Osmar, o mais rápido possível.

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