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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 361

— Como é que vocês duas vieram a esta hora?

— Ah, sua ingrata, nós ouvimos dizer que o avião...

— Luna! Eu comprei presentes para vocês duas, vão querer ou não?

As duas ficaram pasmas.

Tainá colocou o dedo indicador na frente dos lábios: — Shh!

Ela olhou para dentro e disse em voz baixa: — Não podemos deixar a Suzi saber, senão ela não vai conseguir dormir à noite e nunca mais vai me deixar viajar para longe. Vamos, vamos dar uma volta lá fora.

Depois, Tainá se virou para Suzi, que estava plantando verduras na varanda, e disse: — Suzi, nós vamos sair para passear. Faça comida para mais duas pessoas hoje à noite.

— O que vocês querem comer no jantar?

Débora disse: — Algo simples, qualquer coisa serve.

Tainá avisou: — É só esquentar o pato assado que eu trouxe, fazer um pouco de mingau e refogar alguns legumes, já está ótimo.

As três caminharam pela rua arborizada, e só então Luna começou a falar: — Por que eu sinto que a Suzi é mais parecida com sua mãe?

— Ela cuidou de mim quando eu era pequena.

Débora interveio: — Que outra família conseguiria ser tão bizarra quanto a Família Torres?

— Tainá, o que realmente aconteceu no avião?

— Foi quase como vocês ouviram. Felizmente, meu veterano teve treinamento de voo. Mais tarde, ele assumiu os controles do avião e conseguiu pousar em segurança.

A verdadeira situação não podia ser revelada a elas.

— Que perigo! Nunca mais vou andar de avião.

Luna fez uma expressão de medo.

— Não diga isso, a probabilidade de acidentes de avião é muito baixa.

Tainá a tranquilizou.

Portanto, algumas coisas tinham um impacto tão grande que deixavam muitos passageiros em pânico constante.

— Mas se acontecer uma vez só, já era.

— Agora sim, melhorou.

— Ela não fez por mal. Se a Família Torres soubesse mais cedo, você acha que a deixariam sair de casa?

— Hmm, a Débora é quem me entende mesmo.

— Tainá, para qual faculdade você planeja prestar o vestibular?

Débora perguntou.

— Universidade Central, no curso de Ciência da Computação.

— Por que você não presta vestibular para algum curso de composição em uma faculdade de artes? Com o seu talento, você nem precisaria fazer a prova, seria admitida como uma exceção.

Elas não entenderam.

— A arte é apenas o meu passatempo. O futuro pertence à era da internet, e esse será o meu principal campo de batalha.

Débora arregalou os olhos: — Ouvindo você falar assim, também me dá vontade de me inscrever nesse curso. Mas minha família quer que eu estude Administração.

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