Ele ficou parado no lugar, atônito, enquanto os olhos opacos de Jessica de repente brilharam. Ela mordeu os lábios, contendo a alegria em seu coração, e esperou até que o gerente colocasse o contrato à sua frente.
"Parabéns, Sra. Paiva do Grupo Fernanda, esperamos que nossa futura colaboração seja um sucesso."
"Que nossa futura colaboração seja um sucesso."
Jessica se levantou, apertou sua mão rapidamente e assinou seu nome sem hesitar.
Com esse plano de apoio em mãos, o Grupo Fernanda certamente alcançaria novos patamares!
Ela era cheia de ambição.
Luís, no entanto, permaneceu ali, desanimado.
Aquele dia era apenas a assinatura do contrato.
Os detalhes do plano ainda precisariam ser discutidos e acordados entre as duas empresas no futuro.
Meia hora depois.
Jessica saiu do prédio com o contrato, deu a boa notícia a Monica e foi até o estacionamento para pegar seu carro.
Ela tinha acabado de destrancar o carro e, quando levantou a cabeça, viu Luís parado ao lado de seu próprio veículo.
Jessica instintivamente diminuiu a sua velocidade.
"Diretor Ferreira, o senhor está sem carro e motorista e precisa de uma carona comigo?"
"Jessi…"
Luís chamou o nome dela como costumava fazer, prolongando a vogal, como um adolescente mimado tentando agradar a namorada, com um olhar doce como mel.
"Parabéns por ter conseguido o projeto do Grupo Torres hoje."
'Quem relembra o passado sem razão, com certeza tem segundas intenções.'
Jessica passou por ele, abrindo a porta do carro sem hesitar.
"Obrigado pelos parabéns, tchau."
"Espere!"
Luís não esperava que ela tivesse um pingo de nostalgia por eles, partindo de forma tão cruel. Ele segurou a porta do carro de Jessica e disse, sem escolha: "Embora você não tenha mais ações do Grupo Prosperidade Century, seu nome sempre estará lá."

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