Sua silhueta parecia estranhamente solitária.
Depois das últimas vezes, Bruno já tinha uma vaga ideia dos sentimentos de seu chefe por Kátia.
Imediatamente, ele disse ao chefe de forma obsequiosa:
— Sr. Nilton, aquela não é a Kátia? Por que ela está sentada ali sozinha?
Nilton largou o relatório financeiro que estava lendo e olhou para a mulher no espelho retrovisor.
Ele franziu ligeiramente a testa.
Era óbvio que ele também percebeu que algo estava errado com o humor de Kátia.
Após pensar um pouco, Nilton ligou para a irmã.
— Kátia está sentada sozinha em um banco perto da entrada lateral do prédio. Acho que ela não está bem. Desça e faça companhia a ela.
Bruno suspirou aliviado, sorrindo com todos os dentes.
Finalmente, ele fez algo certo.
Chefe, me elogie, por favor!
Nilton olhou para o relógio de pulso e instruiu calmamente:
— Depois de encontrar o cliente, me leve à loja da H. Avise o vendedor com antecedência para que ele reserve um horário para mim.
Ao ouvir que seu chefe ia comprar algo, Bruno se ofereceu imediatamente.
— Chefe, o que o senhor vai comprar? Eu posso ir no seu lugar, assim o senhor não perde tempo indo pessoalmente.
Nilton o fuzilou com o olhar.
— Eu mesmo escolho os presentes.
Bruno engoliu em seco.
Droga, parece que ele falou besteira de novo.
Em silêncio, Bruno se concentrou em dirigir.
Enquanto isso, Amélia...
Após receber a ligação do irmão, ela desceu correndo. Ao ver Kátia sentada sozinha no andar de baixo, sentiu o coração apertar.
— Olá, bela moça, amada por todos, adorada pelas flores e que faz os carros capotarem. Por favor, me concederia a honra de almoçar com você?
Kátia se virou e, ao ver que era Amélia, não pôde deixar de rir.

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