No quarto, Amélia estava aplicando uma máscara facial quando ouviu uma batida na porta.
Ela se levantou e abriu a porta.
Ao ver que era Nilton, ficou surpresa.
— Irmão, você só chegou agora do trabalho?
Nilton não disse nada, mas entrou e entregou-lhe a sacola que carregava.
— Amanhã, no trabalho, entregue isso para a Kátia. Não diga que fui eu que dei.
— O que é? — Amélia perguntou enquanto abria a caixa.
Um vestido longo azul apareceu.
De repente, ela se lembrou de algo e arregalou os olhos.
— Este é tão parecido com aquele que a Kátia gostou hoje à noite!
Olhando para o logotipo na embalagem, ela exclamou para si mesma.
Meu Deus, era exatamente aquele!
Amélia estreitou os olhos amendoados.
— Você também estava na Cristal Galeria hoje à noite?
— Sim. A bolsa que a mãe encomendou chegou, e ela me pediu para buscar quando saísse do trabalho. Foi quando vi vocês provando roupas.
— Então por que não nos chamou?
Nilton sorriu e afagou a cabeça dela.
— Você tem um bom poder de ataque. Não precisei intervir.
Claramente, ele tinha visto a cena em que Amélia confrontou Franciely.
Amélia, no entanto, suspirou pesadamente e olhou para o irmão com uma certa decepção.
— Você está errado! Naquela situação, teria sido melhor você ter aparecido. Pense bem: o príncipe encantado desce dos céus para salvar a donzela em perigo. Ela não ficaria emocionada a ponto de chorar?
— Ela é esse tipo de pessoa superficial? — Nilton sorriu. — Não é como se você a conhecesse de hoje.
Na verdade, a razão pela qual Nilton não interveio imediatamente foi por medo de deixar Kátia desconfortável.
Ela o vinha evitando ultimamente.
Sua aparição provavelmente a deixaria ainda mais incomodada.
Amélia suspirou, com uma expressão preocupada como a de um velho sábio.



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