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Segunda Chance, Não Pense em Fugir! romance Capítulo 1773

Jaques se virou e colocou o pingente no pescoço de Estela.

"Um presente da vovó e do tio-avô."

"Uhum."

Estela nunca tinha visto aquelas duas pessoas, mas ao olhar para o pingente de esmeralda verde e brilhante, soube que era algo muito valioso.

Tomás mudou de assunto: "Bom, chega de falar disso. Hoje é um dia feliz, vamos beber um bom copo."

Adriana estava prestes a concordar quando ouviu uma voz familiar na porta.

"Parabéns aos dois por finalmente superarem as dificuldades."

Adriana se virou e olhou, surpresa, para a pessoa ao lado de Evaldo Castro.

"Cristian? Como você soube?"

Cristian entrou com um presente: "Tenho que agradecer ao Sr. Jaques. Ele enviou uma sequência de nove fotos da certidão de casamento para o meu chefe, que não pôde vir por causa de um compromisso e me pediu para trazer um presente em seu nome."

"Sequência de nove fotos?"

Adriana olhou para Jaques.

Jaques respondeu com uma expressão séria: "Minha mão escorregou."

Quem manda uma sequência de nove fotos por engano?

Cristian se aproximou sorrindo e colocou o presente nas mãos de Adriana.

"Ah, a propósito, aí dentro também tem um presente da Tania Serpa."

"Enviaram juntos?" Adriana piscou.

"São três presentes. O meu também está aí." Cristian suspirou levemente, como um parente que se preocupa com tudo.

Adriana riu; parecia que o futuro seria interessante.

Ela pegou o presente: "Obrigada. Sente-se, por favor."

Ao se sentar, Adriana recebeu uma ligação de Sabrina.

Ela estava grávida e com muitos enjoos, por isso não queria estragar o bom humor de todos.

Adriana deu alguns conselhos e depois se sentou com os outros.

Quando a comida chegou, todos brindaram a Adriana e Jaques. O ambiente era muito acolhedor.

Adriana perguntou, curiosa: "Cristian, quanto tempo você pretende ficar?"

"Tenho que voltar amanhã." Cristian pousou o copo.

"Tão rápido? O Evaldo passou tantos dias em Cidade Solmar, por que você não fica mais um pouco?" disse Adriana, fingindo surpresa. "A propósito, o Evaldo, que é tão viciado em trabalho quanto o Sr. Jaques, até tirou férias anuais para ir a Cidade Solmar."

Evaldo tossiu.

"Eu só fui passear. E aproveitei para ver como estava o ferimento do Cristian, afinal, foi em parte... nossa responsabilidade."

"Então, agradecemos ao Evaldo por ter se preocupado com o Cristian em nosso nome", disse Adriana, sorrindo.

Cristian sorriu abertamente: "Imagina, imagina."

Ao entrar no carro, Jaques parou Evaldo.

"O Cristian bebeu. Chamar um motorista de aplicativo não é seguro. Leve-o para casa."

"Não é seguro? Se ele não estiver bêbado, derruba dez homens. Bêbado, quem se atreveria a mexer com ele?"

Evaldo achava que o motorista de aplicativo correria mais perigo.

Adriana colocou a cabeça para fora da janela do carro.

"Os outros não se atrevem, mas você sim, não é? Quero dizer... você consegue vencê-lo."

"Tudo bem."

Evaldo se virou e caminhou na direção de Cristian.

Em seguida, Adriana foi para casa com Jaques.

Casa?

Adriana não sabia por que, mas pensar naquela palavra a fazia querer sorrir.

Assim que entraram, antes que Adriana pudesse se sentar, Jaques a puxou para sua frente.

A empregada viu a cena e, sorrindo, levou Estela para tomar banho primeiro.

Adriana se apoiou em Jaques: "O que foi?"

"Adriana, você não tem nada para me dizer?"

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