Segunda Chance, Não Pense em Fugir! romance Capítulo 188

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Senha: Segunda Chance, Não Pense em Fugir! Capítulo 188

Adriana estava encolhida atrás da porta, espiando o corredor através do olho mágico.

Selena marchava com determinação, parando com firmeza diante da porta do quarto número 6, que exibia a placa "Sala de Descanso".

Ela estava prestes a bater na porta quando Eunice interveio rapidamente.

Com a voz controlada, sussurrou: "Diretora Guedes, bater na porta não daria a eles tempo suficiente para se arrumarem? Depois, provar qualquer coisa ficaria muito mais complicado. A senhora sempre foi tão generosa com a Adriana, e veja como ela a retribui. Custa-me acreditar que ainda queira preservar a dignidade dela. Eu trouxe a chave exatamente para esta situação."

Dizendo isso, Eunice enfiou a chave na mão de Selena.

Selena, consumida pela raiva ao imaginar seu marido com uma de suas funcionárias, agindo descaradamente às suas costas, perdeu qualquer vestígio de calma.

Virou-se e abriu a porta abruptamente, invadindo o local.

As pessoas do lado de dentro mal tiveram tempo de reagir, soltando gritos de surpresa.

Adriana, com o ouvido colado na porta, não conseguia ouvir os sons do interior, o que aumentava ainda mais sua ansiedade.

O homem atrás dela se aproximou silenciosamente, sussurrando em seu ouvido com um tom divertido: "Não vai entrar??"

Adriana estava tão concentrada que nem notou a aproximação do homem, murmurando: "Como eles chegaram tão rápido?"

"Você vai esperar eles terminarem para aparecer? Isso não seria divertido."

A respiração quente dele roçou sua face, fazendo sua pele arder. Adriana virou-se rapidamente, e seus lábios se tocaram por um breve momento.

Foi apenas um instante, mas o olhar dele ficou intenso, e ele a envolveu pela cintura.

Com os lábios quase encostados, ele murmurou com seriedade: "Foi você que começou."

"Não foi... ah..."

Segundos depois, Adriana saiu do quarto sem ser notada, misturando-se à multidão que se aglomerava no corredor.

Através da porta entreaberta, uma figura masculina permanecia encostada na parede, passando a mão pelos lábios feridos, de onde escorria uma gota de sangue.

Seus olhos perigosos cravaram-se em Adriana, como se prometessem retaliação.

Adriana desviou o olhar rapidamente, baixando a cabeça e esgueirando-se entre as pessoas para entrar na sala de descanso.

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