O departamento de rede dos Kepler não havia detectado nenhum invasor.
Ao perceber que tinha conseguido, Benjamin foi imediatamente à Galaxy Corporation com sua comitiva, exalando autossatisfação.
No início, ele queria forçar Vania a ir até sua empresa implorar, mas já não conseguia esperar.
Estava em êxtase, prestes a recuperar tudo o que era seu por direito.
Quando Benjamin entrou no saguão, os funcionários da Galaxy Corporation trabalhavam sem parar.
Os rostos estavam sombrios, como se o céu estivesse prestes a desabar.
Diante daquela cena, Benjamin se sentiu ainda mais satisfeito.
Ele fez um funcionário parar e ordenou, com arrogância: “Leve-me até a presidente Greyson.”
Ele ressaltou “presidente Greyson” com um tom de escárnio.
Afinal, não demoraria para que a Galaxy Corporation se tornasse sua.
A jovem funcionária estava apressada e apontou para a direção do elevador. “A presidente Greyson está lá em cima. Por favor, vá sozinho, senhor.”
Dito isso, ela disparou com a papelada nos braços, como se sua vida corresse risco caso perdesse mais um minuto.
“Inútil.” Benjamin zombou e seguiu direto ao escritório de Vania com seu assessor jurídico.
Havia uma bagunça diante do escritório. Xícaras de chá quebradas e documentos rasgados espalhados pelo chão davam a impressão de que uma guerra acabara de acontecer ali.
“Hahaha.” Benjamin soltou uma risada desenfreada. O som ecoou pelos corredores.
Naturalmente, Vania o ouviu.
Nesse instante, um estrondo cortou o ar. Aparentemente, outra xícara de chá se espatifara.
O sorriso de Benjamin era incontido enquanto ordenava que seu assessor arrombasse a porta.
Ao ver Vania largada na cadeira, abatida, ele caçoou: “Ora, o que aconteceu com você, presidente Greyson? Por que esse humor tão péssimo?”
Vania ergueu o rosto. Os olhos, com veias rubras, fulminaram-no de ódio quando sibilou: “Como você ousa voltar aqui?”

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Seus Sete Pequenos Guarda-Costas