A aproximação repentina dele fez Vania recuar assustada. No início, o calor da respiração de Hanson sussurrando em seu ouvido já era suficiente para aquecer seu corpo. Depois de ouvir aquelas palavras descaradas, suas bochechas ficaram vermelhas como nunca.
Ela pressionou a mão contra o peito dele e reclamou baixinho, "Eu pareço alguém que faria isso?"
E ainda acrescentou mentalmente outro insulto, Tarado.
No entanto, Hanson não se abalou nem um pouco com a rejeição dela. Desde o começo, seus lábios estavam curvados num sorriso enquanto ele olhava para a tímida Vania, sabendo muito bem que não conseguiria se segurar por muito tempo. No fim, ele se contentou em deixar um beijo suave no canto da boca dela. Não queria assustá-la com um beijo completo, então aquele selinho era só uma “provocação” para ele.
Depois, ele a encarou com intensidade. "Mas você é a única com quem eu quero praticar."
Vania, corada, ficou sem reação diante da ousadia dele e gritou irritada, "Hanson."
Porém, além de soar determinada, sua voz também tinha um toque de timidez.
Os ouvidos de Hanson formigaram ao ouvir aquela voz macia. Meu nome... Por que eu gosto tanto de ouvir ela dizendo isso?
Uma voz tão delicada o deixou completamente hipnotizado. "Diz de novo."
Vania olhou para Hanson desconfiada, como se achasse estranho o comportamento dele. Com um resmungo frio, ignorou o pedido, já que nunca tinha visto alguém pedir algo assim. O que há de errado com ele? Está pedindo para ser repreendido?
Como esperado, o pensamento de um presidente não era algo que pessoas comuns conseguiam entender.


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