Os seis meninos não tinham o menor interesse na empresa de Hanson.
Ao ouvir a resposta deles, Hanson só pôde esfregar o nariz. Parece que, por ora, o sonho de não trabalhar não se realizaria. Então, disse a Vania: "Amor, prepara os repórteres. Amanhã estaremos na entrada da Luke Corporation às oito em ponto".
"Você acha mesmo que ainda preciso preparar repórteres? Tem incontáveis repórteres cercando a sua empresa todos os dias." Eu aposto que estão famintos por informações de primeira mão sobre Hanson.
Ao ouvir isso, Hanson assentiu. Tudo bem, meu charme é simplesmente irresistível. Então, puxou Vania, aborrecido. "Amor, eu volto ao trabalho amanhã." Ele não concluiu a segunda metade da frase.
Vania apenas fingiu que não entendeu e ficou quieta. Ainda assim, ele não desistiu de conversar com ela. "Você não acha que devia me dar uma recompensa de inauguração?"
Sério? Ela não conseguia entender o que se passava na cabeça dele. "Você sabe que já tem um monte de filhos, né?" Ela tentava dizer para ele parar de pensar de forma tão infantil.
Sem vergonha, ele ainda tentou se defender: "Acabei de me recuperar depois de tanto tempo. Acho que mereço uma recompensa. Também vou ficar mais motivado para trabalhar".
Que tipo de sofisma é esse? Vania não queria dar trela, mas ele continuou no dengo e na insistência. No fim, ela cedeu. "Tá bom, tá bom. Que recompensa você quer?"
Que diabinho trabalhoso. Ao contrário do que parecia, ela se sentia uma coitada sem forças.
Hanson ainda tinha em mente a fantasia de coelhinha e perguntou: "Você vai realizar todos os meus desejos?"
Ao ouvir isso, ela o encarou com desdém. "Eu não sou o gênio da lâmpada. Pensa e me fala, aí eu vejo o que faço."
Gênio da lâmpada? O que é isso? Ele decidiu deixar de lado aquele nome complicado por enquanto e disse, manhoso: "Não é nada difícil. Você com certeza consegue".

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