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Sim, papai romance Capítulo 111

MONALISA

— Você está me encarando como se fosse a última vez que vai me ver — Lucius riu, mas eu não achei graça.

Nada estava engraçado.

Minha mãe já estava no lugar onde combinaram e Lucius estava indo encontrá-la.

Peguei a arma dele e entreguei a ele.

— Obrigado, amor — ele me beijou.

— Lucius, você tem que voltar vivo — eu disse a ele.

— Eu sempre volto. E vou garantir que sua mãe também esteja segura. Ela será levada embora em segurança, assim que Sandro chegar

— Por favor, esteje seguro. Você sabe... Você sabe que prometeu estar lá para nosso filho e para mim. E... e as férias também, você tem que voltar comigo e... — eu já estava ficando ansiosa.

— Apenas confie em mim, Cupcake. E eu não estou esquecendo de nenhuma das minhas promessas. Vamos fazer tudo isso depois de hoje à noite. Sabe de uma coisa? Assim que eu sair, você pode escrever tudo o que quiser que façamos. Cada coisa que você escrever até eu voltar, eu farei cada uma delas, não importa o que seja. Então certifique-se de escrever muito — ele guardou a arma e segurou meu rosto.

— Não é a primeira vez que faço isso e será como sempre foi. Simples e seguro. — ele me tranquilizou e eu o abracei.

Ele me abraçou de volta, mas apenas brevemente.

— Não me abrace como se nunca mais fosse me abraçar. — ele se afastou e se inclinou para minha barriga.

— Voltarei em breve. — ele beijou minha barriga, se endireitou e apertou minhas bochechas.

Ele tinha ido até a porta, antes de parar e voltar para mim.

— Este botão aqui... — Ele abriu uma gaveta e colocou minha mão nela, me fazendo sentir o topo.

Realmente havia um botão ali.

— Aperte a cada cinco minutos. Vou receber a notificação e vou ter certeza de que você está segura

— Se alguém precisa do botão, é você. Você é quem está indo para lá

— Apenas certifique-se de apertar o botão, isso realmente vai me ajudar. Ok?

— Ok. — eu ri suavemente e o vi sair do quarto.

Meu coração estava batendo dentro de mim. Eu estava realmente com medo por ele e mal podia esperar para esta noite acabar. Para minha mãe voltar e para Lucius voltar para mim.

Olhei pela janela e continuei olhando até ver Lucius sair, Bella atrás dele. Ela abriu a porta do carro para ele e ele entrou.

Assisti Bella entrar no banco do motorista.

— Por favor, seja seguro. — murmurei mais uma vez antes de ir para a cama.

Sentei na cama e olhei para o meu relógio de pulso. Eu tinha que apertar o botão a cada cinco minutos para satisfazer Lucius.

LUCIUS DEVINE

— Chefe — Bella chamou e eu ergui uma sobrancelha.

— Não sei se vou fazer sentido. Acho que o Andro deveria vir conosco. Ele será útil para protegê-lo, chefe

— Bella. Mais do que eu preciso de proteção, Lisa precisa. Nunca se sabe o que passa pela cabeça de Sandro. Não vou deixar Lisa sem proteção. — eu respondi.

— Entendi melhor agora, chefe

A viagem continuou. Em silêncio como eu preferia que fosse.

Cerca de três minutos depois, meu telefone vibrou no bolso. Tirei e vi que era a notificação para me informar que Lisa tinha apertado o botão.

Chegamos lá cerca de vinte e cinco minutos depois. Abri a porta do carro e desci. O lugar era um pequeno café e uma coisa era certa, seria arruinado. O café estava em um local bastante desolado. O lugar perfeito para resolver isso.

— Bella! — eu chamei.

— Sim, chefe?

— Contate o proprietário. Ele não precisa se preocupar com seu café. Vou comprá-lo. Qualquer preço que ele peça

E minha casa estava fortemente guardada, os homens de Sandro nunca poderiam acessá-la. Meu quarto só poderia ser aberto pela minha impressão digital e pela de Lisa, uma vez que eu tinha ativado o modo de segurança e eu tinha ativado antes de sair.

Lisa tinha que estar segura.

— Não tenho muito o que falar com você. — eu murmurei, tirando minha arma.

— Para Lorden, eu fiz sua morte rápida e bastante indolor, mas você me estressou um pouco, então isso pode não acontecer com você — alcancei o gatilho.

Os homens dele, meus homens estavam todos em alerta.

— Você pode não querer puxar esse gatilho, Lucius Devine. — ele riu.

— Porque no momento em que algo acontecer comigo, meus homens se livrariam da sua adorável Cupcake. Eu sei que você é obcecado por sua segurança. — ele caminhou em minha direção.

— Então eu sei que sua casa deve estar fortemente guardada, mas não me importo em esgotar meus homens para matá-la, então enviei homens o suficientes. — ele riu.

— Não importa o quanto seus homens resistam ao ataque, os meus iriam se infiltrar e levaria apenas cinco minutos para abrir sua porta com a ferramenta que eles têm. Leva vinte e cinco minutos para você voltar para casa. Levaria quinze minutos para os meus homens chegarem até sua Cupcake. Ela estaria morta e fria quando você chegasse até ela. — ele riu.

— Pensei que poderia confiar naquela mulher, mas sabia que era melhor não confiar totalmente nela. Nunca confio totalmente, sabe Lucius. — ele riu, parando bem na frente da minha arma.

— Vou te matar, porra! — Eu jurei.

— Vai em frente. Tente. — ele sorriu.

— Oh, será que esqueci de mencionar que eles iriam estuprar o cadáver dela? Eles são principalmente homens de um minuto, então você não se importaria, não é mesmo?

— Enquanto eu permanecer vivo, ela permanece viva. Enquanto ninguém sair daqui e você não se comunicar com ninguém, ela permanece viva.

Naquele momento, meu relógio de pulso apitou. Uma violação de segurança. Meus homens no portão já estavam sendo atacados.

Lisa... Eu tinha que mantê-la viva. Ela tinha que estar viva. Eu poderia perder minha vida sem valor, manchada, mas a vida dela e do meu filho. Eu não suportaria perdê-la. Eu teria que morrer também se ela morresse.

Não... Eu não queria pensar muito nessa possibilidade.

Lisa não ia morrer e eu morreria para ter certeza disso.

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