LUCIUS
— Oh meu... Papai, oh Deus. Por favor - Lisa sussurrou suavemente enquanto continuava a tremer e me apertar com força com sua vagina.
Incapaz de aguentar mais e muito impaciente para esperar que ela terminasse de gozar, agarrei sua cintura e comecei a socar sua vagina com força imprudente.
Ela gritou, suas mãos se movendo para meus ombros e me segurando firmemente.
— Papai! Aaah! Sim! Me fode! Me fode bem! - Ela gemeu, recebendo minhas investidas como uma boa garota que com certeza era.
— Docinho - eu gemi.
— Você é tão apertada. Tão deliciosa. Uma pequena vadia como você gozando no pau do papai. Quanto você quer ser fodida pelo papai?
— Eu... Eu quero muito. Por favor não... Fundo! Muito fundo!! Por favor não pare... Oh meu Deus! Você está acertando o ponto, papai! - Seus gemidos eram altos e preenchiam todo o jardim.
A melodia que estava tocando antes foi substituída pela melodia de seus gemidos e de nossas peles batendo uma na outra.
— Papai - ela manteve os olhos nos meus enquanto eu continuava a socar sua vagina.
Eu podia ver lágrimas escorrendo de seus olhos, mas ela ainda queria mais. Precisava de mais.
Saindo dela, a virei como um boneco de pano para ficar em pé no chão e segurar a mesa.
Segurando sua cintura, enfiei de volta e um grito escapou dela enquanto ela gozava novamente.
— Oh meu Deus! - Sua cabeça caiu na mesa.
— Sim! Você quer ser fodida, você será fodida! Meu pau é seu assim como essa vagina é minha - eu rosnei, fodendo-a com força e brutalidade nesse ponto.
Minhas mãos alcançaram sua frente e agarraram seus dois seios, apalpando ambos.
— Papai… - Ela gemeu.
Minhas mãos apalparam seus seios com mais força. Meus dedos eventualmente foram para os mamilos e os torceram.
— Isso é bom demais, papai - ela sussurrou embaixo de mim.
— Mesmo? - Eu rosnei antes de enfiar com força dentro dela. Ela gritou enquanto eu a penetrava por completo e permanecia assim com minhas mãos ainda trabalhando em seus seios.
— Pa... Papai - seu corpo fez de novo. Tremendo contra o meu enquanto meu pau pulsava dentro dela.
Ela se esfregou de volta em mim.
— Tão vadia. Você nem consegue ficar apenas cheia por alguns segundos - uma das minhas mãos em seu seio bateu nele e ela ofegou.
— Eu... Eu sinto muito papa.
— Humm - eu enfiei meu pau um pouco mais dentro dela e um gemido de desejo escapou dela.
Tirando minha mão do seu seio, deixei minha mão direita ir para sua vagina e senti seu monte pubiano.
— Essa vagina apertada sua sempre acomodará meu pau - eu beijei suas costas gentilmente e então movi minhas mãos ainda mais para baixo até os lábios de sua vagina onde meu pau entrava.
— Papai - ela tremeu quando eu provoquei seus lábios vaginais esticados com um dedo.
— Papai vai adicionar um dedo, certo?
— Mas... Mas eu já estou tão cheia - ela sussurrou em um gemido suave.
— Você vai aguentar, Docinho, como sempre faz. Você sabe o que fazer, certo?
— S-sim, papai.
— E o que você faz?
— Caramba! Pa... Papai, por favor! - Ela implorou ainda mais, mas eu não estava disposto a deixá-la gozar ainda.
Era tão bom sentir ela tremer e ouvi-la implorar para gozar.
Depois de fodê-la com meu dedo por mais alguns segundos enquanto ela implorava, tirei meus dedos, agarrei seus quadris e a fodi com meu pau faminto.
— Goze! - Eu rosnei, fodendo-a sem parar enquanto ela gritava alto de prazer, tremendo e se contorcendo enquanto gozava.
Ela esguichou de novo, gozando de forma tão suja. Seus joelhos cederam e seus dedos dos pés se curvaram na grama.
Enquanto eu continuava a fodê-la durante seu orgasmo, ela estava prestes a cair no chão, suas pernas incapazes de segurá-la por mais tempo.
— Papai!!! - Ela gritou enquanto eu a abraçava firmemente, impedindo-a de cair.
Seus joelhos haviam perdido completamente a força e seu corpo tremia. Eu também precisava gozar e, por um segundo, eu queria fazer isso dentro dela e simplesmente engravidá-la, mas decidi não fazer isso.
Se eu fosse fazer isso, ela teria que implorar pelo meu gozo dentro dela e estar pronta e disposta a carregar meu filho.
Tirei meu pau dela e acabei gozando em sua bunda e costas.
Enquanto estávamos ali, (bem, Docinho não estava conseguindo muito ficar em pé, já que simplesmente não conseguia) respiramos pesadamente, sem dizer uma palavra um ao outro até que eu decidi.
— Quer ser apresentada a alguns brinquedos esta noite? Vamos fazer seus joelhos ficarem mais fracos- eu propus. Ainda estava duro e queria mais. Era o quanto ela me deixava louco.
— Isso... Isso é tentador - Lisa murmurou, seus seios subindo e descendo enquanto respirava fundo.
— Eu preciso estar em algum lugar mas... Mas eu também quero - ela virou a cabeça para me olhar.
— Por favor, apresente-os a mim, papai - ela disse, olhando para mim com aqueles olhos sensuais pra caramba dela.
— Boa menina.

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