MONALISA
Irene também não estava na escola e ninguém a tinha visto no dia anterior. Eu estava ficando cada vez mais preocupada a cada segundo e continuei olhando para o meu relógio, impaciente para terminar esta última palestra.
Finalmente a palestra acabou, peguei minha bolsa, abri e coloquei meu iPad dentro dela. Estava fechando a bolsa quando senti a presença de uma pessoa familiar. Familiar, mas indesejada.
Francesca.
Levantei a cabeça com um olhar firme no rosto.
— O que? - Perguntei antes que ela pudesse dizer uma palavra sequer. Eu estava além da traição. Muito além e eu tinha Lucius e Irene comigo, então o que mais eu precisava?
— Oh, alguém certamente ficou mais ousado - ela sorriu.
— Francesca - gemi seu nome.
— Se você está aqui para falar bobagem, então não estou interessada. E se você está aqui para ver o quão miserável estou, então deveria sair agora porque estou longe de estar miserável- disse a ela e seu olhar caiu em meu pescoço.
A marca. Ela viu e seu olhar durou alguns segundos antes de olhar de volta para o meu rosto. Nem mesmo estava envergonhada com isso, enquanto jogava meu cabelo para o outro lado para expor ainda mais meu pescoço.
Senti orgulho de ter uma marca que mostrava e provava que não estava tão mal como ela queria que eu estivesse.
— Aquele sorriso em seu rosto - Francesca rangeu os dentes com um ódio incrível em seus olhos.
Como ela poderia me odiar tanto e ser minha amiga por anos?
— Vou tirar esse sorriso do seu rosto em breve. Aquela marca na qual você está tão orgulhosa será algo pelo qual você vai lutar muito para se livrar - ela ameaçou e então se afastou de mim.
Assisti enquanto ela se afastava, ainda confusa com suas palavras. O que Francesca estava planejando desta vez?
— Não preciso me preocupar com seus devaneios, no entanto - disse para mim mesma antes de me levantar com minha bolsa na mão.
Era hora de ir para o hotel de Lucius para que eu pudesse ver a mãe de Irene. Mal saí da aula quando meu telefone tocou.
Era Lucius. Sorri antes de atender a ligação e levar o telefone ao meu ouvido.
— Alô.
— Alô, Docinho.
Aquela voz. Aquela voz profunda e reconfortante.
— Como está sendo o seu dia? - Ele perguntou.
— Perfeitamente bem. Tem sido ótimo até agora
— Humm... Que bom. Quer que eu te leve para fazer compras mais tarde? - Ele perguntou.
— Eu adoraria, mas não hoje. Já está um pouco tarde e eu realmente quero ir até a sua empresa e ver a mãe de Irene para perguntar sobre Irene. Não consegui entrar em contato com Irene desde ontem.
— Irene - ele murmurou o nome como se estivesse tentando lembrar de algo.
— Oh, ela.
— Sim, a garota que estava comigo no seu hotel outro dia. Ela é filha da gerente do hotel.
— Se for o caso, então você não precisa se preocupar. Enviei a gerente em uma viagem e é uma área bastante desolada. Entreguei a ela duas passagens , já que ela pediu, então provavelmente levou a filha junto. Existem lugares com rede, então quando ela entrar em contato comigo, eu vou deixar você falar com Irene, ok?
— Oh, entendi - suspirei aliviada.
— Irene poderia ter me contado sobre isso, porém.
— Não faço ideia do porquê ela não fez. Mas como você não vai mais ao hotel, quer que eu te leve para sair? - Ele perguntou novamente.
— Humm... Eu queria que você estivesse aqui ao meu lado, agora mesmo, para que eu pudesse te sentar no meu pau e fazer você cavalgar em mim até gozar, apertando tudo de mim
Minha respiração ficou ainda mais pesada e imediatamente olhei ao redor em busca de um banco. Eu precisava sentar para poder controlar a tensão que estava se acumulando dentro de mim.
— Eu também queria isso - sussurrei, dando passos apressados em direção a um banco.
— Céus, quero sentir essa bunda sua. Você sabe como é bom quando sua bunda treme em meu aperto enquanto você goza? Você não sabe o quão sexy você fica quando perde o controle e goza.
— Papai - suspirei, sentando-me em um banco.
Eu quase podia vê-lo. Um botão ou dois desabotoados, suas calças abaixadas até a metade e sua mão se masturbando. Ele lubrificou seu pau com um lubrificante ou estava se masturbando a seco? Droga! Eu queria estar lá, lubrificar seu pau com minha saliva e deixá-lo bem gostoso.
— Você vai me mostrar esta noite. Como eu fico sexy enquanto faço isso
— A noite toda, Docinho. Vou te encher várias vezes e fazer você gritar até perder a voz. Vou foder sua buceta até não poder mais
— Sim, papai. Não há... Não há nada que eu amaria mais do que isso.
Meus mamilos estavam duros e minha buceta estava encharcada. Eu já podia sentir.
— Eu quero te provocar tanto, Docinho . Não como ontem à noite, quando deixei você gozar tão facilmente. Eu quero te amarrar e te deixar com tesão, implorando tanto por mim. Eu quero provocar seu clitóris com a cabeça do meu pau e fazer você gemer de tanto desejo.
Foi preciso todo o meu autocontrole para não gemer. Eu quase podia ver isso acontecendo. Hoje à noite. Eu ia adorar essa noite.
— Papai, eu preciso te ver. Preciso muito te ver
— Diabos, eu também estarei em casa em breve. Você vai encontrar uma lingerie na cama. Use isso para o papai
— Como o papai desejar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Sim, papai