MONALISA
Um tremor do meu corpo foi o suficiente para eu afastar os pensamentos sobre o que ele tinha dito da minha cabeça.
Meu corpo não se importava tanto com o que ele tinha dito. Se era o que eu pensava que tinha ouvido ou se eu tinha ouvido errado.
Arqueando as costas e levantando a cabeça para encará-lo, eu gemi.
— Papai, por favor me faça gozar - eu implorei.
— Hummm, Lisa travessa. Que tal fazermos assim? - Ele sorriu e pegou um travesseiro, deixando-o ao meu lado.
Ele me pegou e me colocou no travesseiro de forma que parecia que eu estava montanda no travesseiro.
— Eu te vi outro dia, esfregando-se nos lençois da cama. Você achou que eu não vi você, se excitando sem permissão? - Ele alcançou meu seio esquerdo e apertou com força.
— Aaah, papai. Por favor. Por favor me deixe gozar. Me toque - eu implorei.
— Eu adoro ver você implorar e é por isso que quero ver você implorar por mais tempo - ele se afastou de mim e logo em seguida, senti que ele estava atrás de mim.
Senti suas mãos firmes e fortes nas minhas nádegas e ele moveu minha bunda. Eu podia esfregar minha buceta no travesseiro! Eu enterrei meu rosto nos lençois imediatamente para abafar o gemido, pensando que ele pararia de mexer na minha bunda se descobrisse que eu estava me excitando com isso.
Só mais um pouco e eu gozaria. Eu não me importava em ser espancada por gozar sem permissão. Eu só precisava gozar!
Um pouco mais!
Um pouquinho mais.
Um tapa na minha bunda e então uma risada profunda e sombria.
— Você realmente acha que eu não tenho ideia de que você está esfregando sua buceta no travesseiro, se esfregando para gozar? - Ele perguntou e puxou a calcinha, deslizando um dedo por dentro, mas sem me penetrar.
— Papai, por favor - lágrimas rolaram dos meus olhos para os lençois.
— Você está tão molhada para mim,
— Você quer gozar, não é?
— Eu quero! Eu quero gozar, por favor! - eu implorei, minha voz tremendo.
A ponta do seu dedo passou pelos meus lábios da buceta. Ele ainda estava me provocando.
Eu esfreguei no travesseiro, tentando ser o mais discreta possível, mas o tapa forte na minha bunda mostrou que eu não tinha sido discreta o suficiente.
Foi então que meu telefone tocou. Claro, nós iríamos ignorar, mas era minha mãe ligando.
— Fique quieta, Docinho. Vou atender a ligação por você - Ele disse, se levantando de trás de mim.
Ele caminhou na minha frente e atendeu o telefone antes de se virar para mim.
— É o Lucius
— Oh, ela adormeceu no meu sofá.
— Você está voltando agora?
— Tudo bem, vou acordá-la para ir para casa e esperar por você.
— Tudo bem.
A ligação terminou e ele largou o telefone no sofá com um grunhido.
— Sua mãe mudou de ideia. Ela já está perto - ele grunhiu.
— Eu ia te provocar por horas, mas você tem sorte que eu não tenho mais todo esse tempo - ele voltou atrás de mim e rasgou minha calcinha, enfiou três dedos e rosnou as palavras que me deixaram desfeita.
— Gozar agora, Docinho.
Com minhas mãos e pernas amarradas, meus movimentos estavam restritos enquanto eu gozava em suas mãos, esguichando por todo ele.
— Ah, merda! - eu o ouvi praguejar enquanto eu me contorcia. Era quase demais para o meu corpo conter.
— Papai! - eu gritei alto, meu corpo se debatendo apesar de estar amarrado.

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