LUCIUS DEVINE
Insano. Louco. Completamente apaixonado.
Essas três palavras me descrevem perfeitamente. Se eu não estava trabalhando ou lidando com o estresse de reerguer meu cartel depois de um ano de inatividade, então eu estava ocupado pensando em Lisa.
Eu já sentia tanta saudade dela e esses três dias longe dela deixaram claro que eu não consigo ficar longe dela. Eu estava completamente cativado por ela.
Eu a queria. Não, não era apenas um desejo. Era uma necessidade maldita. E é por isso que não posso mais manter isso em segredo por muito tempo.
Uma batida suave na janela do carro me tirou dos meus pensamentos. Lisa estava ali. Eu destranquei a porta do carro e ela entrou no banco.
Assim que ela se sentou, não perdi tempo antes de envolver meus braços ao redor dela e puxá-la para o meu colo.
Eu a segurei perto do meu corpo, respirando o seu cheiro.
— Lucius? - Ela chamou meu nome suavemente, mas com o corpo tenso. Ela estava definitivamente surpresa com a forma como a peguei. Isso porque ela não podia sentir o quanto eu sentia falta dela.
— Só um minuto. Vamos ficar assim por apenas um minuto, Docinho - sussurrei e seu corpo se amoleceu.
Depois de alguns segundos, ela envolveu os braços ao meu redor e me abraçou de volta. Meu coração miserável batia ainda mais forte.
Todo o meu ser se sentia mais vivo a cada segundo que eu passava segurando-a junto a mim.
Finalmente me afastei para olhar em seu rosto.
— Como foi sua prova? - Perguntei.
— Foi muito boa. Moleza - ela respondeu, suas mãos agora nos meus ombros.
— Você parece cansada - eu passei o polegar sobre sua bochecha e então o movi mais perto de seus olhos.
— É mesmo? - Ela resmungou fofamente.
— Eu não tinha ideia, mas assim que as provas acabarem, eu estarei livre! - Ela gritou.
— Mas não livre de mim - com meu braço ao redor da cintura dela a puxei ainda mais para perto de mim.
— Eu não quero me livrar de você -, ela respondeu e eu notei imediatamente.
Ela não queria se livrar de mim. Nunca.
— Papai, eu quero te beijar - ela disse de repente e essas palavras foram o suficiente para me deixar excitado.
— Oh - , ela suspirou suavemente, sentindo a rigidez do meu membro pressionar contra sua bunda.
— Me beije - eu permiti e seus lábios caíram nos meus no segundo seguinte.
Seus quadris se moveram e ela esfregou a bunda contra a minha ereção enquanto me beijava, o mais forte que podia. Sua língua girava sobre a minha enquanto eu permanecia sentado, apenas aproveitando sua carícia até que eu não pudesse mais ficar parado.
Minha mão em sua bochecha segurou seu rosto firmemente enquanto a beijava de volta, rapidamente assumindo o controle do beijo. Minha mão em sua cintura a segurou com firmeza e comecei a esfregá-la mais rápido contra mim, do jeito que eu queria.
— HUmmm - ela gemeu em minha boca antes que eu cobrisse seus lábios completamente mais uma vez e então mordisquei seus lábios macios.
— Hummm - eu gemi, ouvindo um gemido suave vindo dela no momento em que minha mão deu um tapa em sua bunda.
Caramba! Eu senti falta de dar tapas nela!
— Papai, nós... Nós estamos no meio do estacionamento da escola - ela sussurrou em um gemido contra meus lábios.
— E? - Eu perguntei, já puxando seu vestido para cima.
Eu não tinha a intenção de nada disso. O plano era apenas abraçá-la firmemente em meus braços e talvez fazê-la gozar uma ou duas vezes, mas Lisa, como sempre, despertou meu desejo.
— E o seu... Seu carro já está chamando atenção. Todos estavam me observando entrar. Eles vão… - Ela parou em um gemido quando meus dedos rapidamente agarraram sua calcinha e a puxaram para baixo.
— Oh, continue com suas palavras - eu sorri.
— Oh Deus, papai! Eles vão descobrir o que está acontecendo se... Se o carro começar a se mover - ela gemeu, necessidade e hesitação em seus belos olhos.
Quando ela pediu um beijo, ela não esperava que terminasse apenas com um beijo, certo? Especialmente quando ela estava se esfregando em mim?
— Devo pedir aos meus homens para garantir que ninguém se aproxime? - Eu perguntei, beijando seu pescoço.
— Humm. Não, papai.
— Você tem se saído bem em suas provas, certo? Hoje é seu dia. O que você quer que papai faça? - Eu perguntei, olhando para o rosto luxurioso dela.
— Eu quero que meu… - ela estava corando tanto.
Ngh! Ela é tão adorável!

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Sim, papai