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Sim, papai romance Capítulo 89

LUCIUS DEVINE

— Onde ela está? — Perguntei, mirando no homem ao lado de Sandro.

Sandro apenas sorriu para mim.

— Vá em frente. Continue matando. Seu eu, sedento de sangue adora tanto isso

— Onde diabos está Lisa, seu bastardo?!

— Você foi rápido, mas este lugar tem pelo menos cem quartos e sua querida Lisa está em um desses quartos. Ela tem uma fita em volta da boca para que não possa gritar por sua ajuda. Agora, você tem que encontrar em qual quarto ela está e sair daqui, porque este lugar vai desabar em três minutos. — os olhos de Sandro brilharam enquanto ele sorria.

— Você tem apenas três minutos

— Seu desgraçado! — Eu xinguei, avançando para ele por um segundo, mas sabia que não era isso que eu tinha que fazer no momento.

Lisa. Eu tinha que encontrá-la e tinha que resgatá-la deste lugar o mais rápido possível.

Empurrando-o com a arma ainda em minha mão, gritei o nome dela.

— Lisa!

— Cada um de vocês, procurem nos quartos! — Eu ordenei com raiva.

— Sim, chefe — encheu o lugar por um tempo antes de todos se afastarem, por ela.

Nunca odiei tanto um prédio de muitos quartos em toda a minha vida. Corri, empurrando cada porta que conseguia, para encontrar os cômodos vazios.

— Lisa!! — Eu chamei novamente, esperando que de alguma forma ela conseguisse tirar a fita da boca e me dizer onde ela estava.

Subindo as escadas, corri para o próximo andar e finalmente encontrei um quarto que estava trancada.

Eu não tinha muito tempo. Os elevadores deste prédio não estavam funcionando. Eu tinha que encontrar Lisa, eu não poderia perder tempo.

— Lisa! — Eu chamei na porta e ouvi o barulho de movimentação.

Uma bala na maçaneta e um chute foi o suficiente para derrubar a porta. Eu irrompi no quarto e encontrei Lisa lutando com Irene. Uma fita estava bruscamente em sua boca, mas suas pernas e mãos estavam desamarradas.

Irene parecia estar tentando manter Lisa quieta.

Maldita Irene! Eu deveria ter me livrado dela de qualquer maneira.

Sem contemplar, atirei nela, mas errei tentando não ferir Lisa, a quem ela estava segurando perto de si.

Com raiva, fúria e urgência em minhas veias, estava prestes a atirar novamente quando Lisa gritou.

— Não!!

— Não faça isso, por favor! — Ela gritou. Eu deveria tê-la ouvido, deveria ter ouvido meu cupcake e fazer apenas o que ela permitisse, mas isso era uma questão de segurança e quando se tratava de sua segurança, eu estava disposto a fazer coisas que ela não queria que eu fizesse.

O próximo tiro que disparei foi direto no lado de Irene e com um gemido doloroso, ela soltou Lisa e caiu no chão.

— Irene! — Lisa gritou e se agachou para olhar Irene, mas não deixei.

Não tínhamos tanto tempo para perder. Eu a agarrei, a jogando sobre meus ombros e correndo para fora do quarto.

— Me solte! Me deixe ir! — Ela gritou, dando socos em minhas costas, mas eu não conseguia sentir.

— Cupcake! — eu a chamei tão suavemente quanto a situação permitiria.

— Lucius — ela chamou antes de respirar fundo.

— O que está acontecendo? Por que os assassinatos? O que... O que diabos está acontecendo? — Ela chorou.

— Por que você tem uma arma? Como você está envolvido com Irene e aquele... Aquele homem, Sandro? Você é... Você realmente é a pessoa que eles disseram que você é? Você...

— Lisa — eu a interrompi gentilmente.

— Eu te amo tanto. — levantei minhas mãos para o rosto dela e o segurei.

Seu rosto estava vermelho de tanto chorar e seu cabelo também estava bagunçado.

Aqueles bastardos. Sandro e seus bastardos vão pagar por tudo isso.

A puxei para perto de mim e fiz com que ela encostasse a cabeça no meu peito. Ela soluçou alto, enquanto sussurrava para ela que tudo ficaria bem e o quanto eu a amava.

Em um ou dois minutos, Lisa estava dormindo. Gentilmente a puxei para trás e reclinai o banco para ajudá-la a dormir um pouco mais confortavelmente.

Ajeitando o cabelo para fora de seu rosto, eu sabia que a paz havia acabado. Entrelacei minha mão na dela gentilmente e a apertei suavemente.

Eu não queria nunca mais soltar Lisa, mas isso...

Merda! Não posso deixá-la ir.

Nunca posso te deixar, Lisa. Você é minha adição. Minha obsessão. Uma adição da qual não quero me livrar. Uma da qual sou incapaz de me livrar.

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