Foi a primeira vez que Eduardo gostou de alguém com tanta seriedade, mas aquela mulherzinha não dava valor, transformando o sentimento dele em um gostar barato.
"Já está satisfeita?" Eduardo sorriu de canto.
"Ainda não."
"Então coma mais um pouco, porque hoje à noite o exercício vai ser intenso."
"Torci o tornozelo, hoje não vou fazer exercício nenhum."
"Eu estava falando de um exercício em que só eu me mexo, você pode ficar parada."
"Eduardo…" Yara olhou para ele com raiva, rangendo os dentes, morrendo de vontade de jogar a comida no rosto dele.
Era claro, aquele homem adorava se aproveitar da situação dela.
Depois de uma noite de paixão, ambos estavam encharcados de suor. Yara, exausta, ficou largada na cama, os olhos turvos encarando a silhueta dele, que surgia e sumia à meia-luz, e, com raiva, disse: "Meu pé está doendo horrores, e mesmo assim você não me deixa em paz..."
Eduardo a abraçou pela cintura, acariciando os cabelos dela, com a voz grave e sedutora: "Um pouco de exercício ajuda a melhorar a circulação e acelera a recuperação!"
"..." Mentira, quanta bobagem!
Ele a pegou no colo mais uma vez.
"Eduardo, o que você quer agora?" Ela o olhou com desconfiança.
"Você está toda suada, vou te levar para tomar banho, e aproveitamos para... mais uma vez."
"Me deixa em paz!" Ela franziu as sobrancelhas, o encarando, o tornozelo doendo cada vez mais!
"Por que eu deixaria? Para te ver com outro homem?"
"Você é nojento." Ele sempre jogava na cara dela, tentando manchar sua reputação, era mesmo um demônio.

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