"Não, você ainda tem que se apaixonar por mim. Eu não gosto de amor não correspondido." Eduardo acariciou suavemente os lábios dela com o polegar.
"Tá bom." Ela foi obrigada a concordar com um aceno de cabeça.
Vendo o rostinho dela ficar pálido de susto e a atitude sincera, Eduardo acalmou um pouco sua raiva.
Eduardo puxou-a para perto, encostou o queixo no pescoço dela e disse com a voz baixa: "Muito bem, seja boazinha, fique ao meu lado. O que você quiser, eu posso te dar." Uma das mãos dele acariciava os cabelos dela.
A voz de Eduardo ressoava no ouvido dela como a de um demônio.
Foi mais uma noite de tormento.
Eduardo estava cheio de fúria.
O corpo inteiro de Yara só podia pertencer a ele!
Yara apenas chorava em silêncio.
Ela nem sabia distinguir se o choro era de tristeza ou de não aguentar mais as punições dele.
De madrugada.
Yara tinha acabado de adormecer por um instante.
De repente, sentiu uma dor no abdômen, gotas de suor fino surgiram em sua testa.
A primeira reação de Yara não foi pensar que estava menstruada, e sim que talvez a dor fosse causada pelo esforço intenso.
A dor era como uma lâmina afiada a perfurando, ela gemia de dor, segurando o ventre e se revirando na cama.
Eduardo foi acordado pelos movimentos dela, acendeu a luz, e viu que ela estava pálida como papel. "Yara, o que aconteceu?"
"Barriga... tá doendo..."
Eduardo franziu a testa e perguntou: "É dor de estômago de novo?"
"Acho que estou sangrando..." Yara falou com dificuldade, mordendo os lábios.
Eduardo puxou o lençol, e viu uma pequena mancha de sangue. Ele entrou em pânico imediatamente, pensando: o bebê... teria perdido o bebê?!



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