Diana perguntou cautelosamente: "Vocês já estão casados há algum tempo, quando é que vão marcar um dia para que nossas famílias se encontrem?"
"Falamos disso depois." Eduardo respondeu rapidamente.
Ele sabia que Diana sempre detestara Yara, e o comportamento atípico dela naquele dia o deixava ainda mais em alerta.
Eduardo não queria que a identidade de Yara fosse conhecida por mais pessoas, incluindo sua mãe e a Família Guerra.
Diana, ao ser rejeitada pelo próprio filho, sorriu constrangida: "Tudo bem, quando vocês acharem que é o momento certo, podem marcar."
Eduardo sentia que a mãe tinha algum propósito oculto naquela visita e respondeu, querendo encerrar o assunto: "Se não tiver mais nada, é melhor você ir. É raro termos um fim de semana livre, queremos descansar um pouco."
"Eu…" Diana ficou com o rosto um pouco sombrio diante da ordem de Eduardo para que ela fosse embora.
Eduardo puxou Yara para perto de si e, diante de Diana, disse friamente: "O vovô está sempre nos cobrando um neto, daqui a pouco temos que trabalhar para isso!"
"Cof cof…"
Yara se engasgou, surpresa com a falta de pudor dele.
Como ele podia dizer algo assim na frente da própria mãe?
Homem sem vergonha!
"Eduardo, me leva até a porta? Aproveito para falar com você." Diana queria alertá-lo sobre a verdadeira identidade de Yara.
Eduardo acompanhou a mãe para fora do jardim.
"Eduardo, você conhece bem a família da Yara?" Diana perguntou de propósito.
"Não tenho interesse na família dela." Ele respondeu de qualquer jeito.
"Eduardo, você é mesmo ingênuo!" Diana franziu o cenho, olhando para ele com um leve tom de irritação.
Nisso ele era igual ao pai, cabeça dura com mulheres, até o gosto era o mesmo.
Eduardo devolveu: "Por que você foi tão calorosa com ela agora há pouco?"
"Eu… só estou preocupada com você, com medo de que ela te machuque!" Diana fingiu um ar de preocupação ao encará-lo.


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