Para quem ama, realmente é muito generoso — qualquer gesto já custa dezenas de milhares —, pensou Yara consigo mesma, criticando Eduardo como um típico "cachorro apaixonado".
"Obrigada, Eduardo, você é tão bom para mim!" Liana se inclinou suavemente, a voz adocicada e macia.
Homens sempre caíam nessa, não era? Gostavam quando as mulheres eram manhosas, cheias de charme e delicadeza.
"Nossa... O Diretor Henriques e a Srta. Guerra realmente nasceram um para o outro."
"Inveja desse amor de infância!"
...
Os outros colegas ao redor também começaram a comentar.
"Srta. Franco, quer se juntar a nós?"
Eduardo, percebendo que ela nem sequer olhava para ele, levantou levemente o canto da boca e perguntou de propósito.
"Não, obrigada, já marquei com outra pessoa." Yara recusou rapidamente.
Convidá-la para jantar nesse momento? Ele queria humilhá-la na frente de Liana?
Eduardo realmente a enojava.
Além disso, como alguém vista como uma intrusa, ela não tinha nem coragem nem força interior para sentar à mesa com eles.
Nesse momento, seu telefone tocou. Era Elvis.
Aproveitando a ligação, ela saiu do campo de visão deles.
"Yara, quero conversar com você." Elvis a chamou para o café no térreo.
"Não temos nada para conversar." Yara respondeu friamente.
Ela só tinha aceitado o encontro para se afastar rapidamente de Eduardo e dos outros.
"Eu terminei com a Mônica..."


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