“Mestre Er, não me assuste assim. O Sr. Chu está mesmo em Yinan? A-alô? Fale alguma coisa, Mestre Er?” Zhang Cheng-Hu estava tão assustado que sua voz tremia e ele quase chorou.
Erick Li o ignorou e desligou o telefone.
“Está tentando pedir ajuda? Por que não sai do caminho? Não nos obrigue a usar a força.” O policial corpulento riu friamente, falando de forma ameaçadora ao ver Erick Li largar o telefone.
Desde o início, os policiais de trânsito não gostaram de Ye Fan e Erick Li.
Essas pessoas só estavam se achando porque podiam comprar um carro de luxo e tinham dinheiro.
O policial detestava homens ricos e arrogantes. E, para piorar, ainda fingia ligar para o Mestre Zhang.
Zhang Cheng-Hu era um homem muito ocupado. Como teria tempo para lidar com qualquer um?
Erick Li e Ye Fan ignoraram o aviso dos policiais de trânsito e permaneceram sentados no carro, como se estivessem esperando algo acontecer.
“Querem fazer do jeito difícil? Liang, venha comigo. Arraste-os para fora do carro e confisque o veículo. Droga! Acham que não posso fazer nada com vocês?” O policial corpulento gritou impaciente para o colega enquanto se aproximava para abrir a porta do carro.
Mas, no momento em que tocaram no carro, houve uma explosão inesperada. Os dois foram lançados ao ar, caindo várias vezes na rua antes de finalmente pararem, gravemente feridos.
“Seu desgraçado! Como ousa nos atacar?” O policial corpulento, com a mão nas costas, levantou-se gritando para Erick Li.
“Muito bem. Esperem só! Vocês dois vão ver!”
Depois de xingar Erick Li e Ye Fan, ele se virou para Liang: “Liang, chame reforços agora. Diga que estão causando problemas e precisamos de apoio!”
Liang se levantou do chão e pediu ajuda pelo rádio.
A confusão chamou a atenção dos pedestres que esperavam na calçada, e logo uma multidão se formou para ver o que estava acontecendo.
Os curiosos tentavam convencer os dois a irem embora ao perceberem que os policiais estavam chamando reforços.
“Cara, já chega, é melhor você fugir agora.”
“Não tente enfrentar a polícia.”
“Não adianta, você não vai conseguir nada contra eles.”
Ye Fan continuou sentado no carro, de olhos fechados, sem dizer uma palavra.
Erick Li respondeu com arrogância: “Fugir? Ninguém em Jiangdong tem o direito de nos mandar embora.”
Todos ficaram chocados ao ouvir o que Erick Li disse.
Achavam que aquele velho só podia estar louco. Era um cidadão comum, ia mesmo desafiar o governo?
“Tudo bem.”
“Você é quem manda.”
“Tanto faz.”
“Como quiser.”
Ninguém mais se importava com o que estava acontecendo.
Tinham tentado convencer Ye Fan e Erick Li a fugir, mas eles insistiram em ficar e bancar os durões.
Já que não deram valor ao conselho, decidiram apenas assistir.
Logo, o som de sirenes se aproximou e alguns veículos oficiais chegaram.
“Ha! Nosso reforço chegou! Quero ver o que vocês vão fazer agora.” O policial corpulento ficou radiante ao ver os colegas chegando e correu para recebê-los.
Porém, assim que os veículos oficiais se aproximaram, os policiais de trânsito perceberam que havia algo estranho.
“Cara, tem algo errado. Parece carro do gabinete do prefeito.” Liang percebeu rapidamente o problema.
O homem corpulento ficou paralisado ao notar que uma das placas era ‘JIANG Q00001’.
“Liang... parece... parece que o prefeito está aqui. Olha a importância dessa missão! Vamos! Chegou nossa hora de brilhar.”
Após um breve choque, o homem corpulento ficou eufórico, achando que finalmente seria promovido.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vingança servida a frio
Esse site é porcaria, comprei moedas mas fica dando erro pra carregar o novo capítulo...
No aguardo da continuação...