Você é meu, Ômega romance Capítulo 246

Leia Você é meu, Ômega Capítulo 246 - Olhos Vendados - o melhor mangá de 2020

Das histórias de Internet que li, talvez a mais impressionante seja Você é meu, Ômega. A história é boa demais, me deixando com muitas expectativas. Atualmente, o mangá foi traduzido para Capítulo 246 - Olhos Vendados. Vamos agora ler a história Você é meu, Ômega do autor Internet aqui.

Seu corpo estremeceu de medo quando ela percebeu quem estava parado na sua frente. Delilah começou a balançar a cabeça e se sentiu assustada.

— Por favor, não me mate, por favor me deixe ir.

Como se ele não quisesse ouvi-la de jeito nenhum, ele lentamente se aproximou dela. Delilah tentou ver o rosto dele, mas não conseguia vê-lo na escuridão, exceto pelos olhos brilhantes.

Ela tentou fugir e se amaldiçoou por ter chegado tarde demais. Ela não deveria ter se atrasado tanto.

— Me desculpe, Everett. Eu deveria ter te ouvido. Você me disse para voltar para casa antes de anoitecer. Eu não te ouvi. Por favor, me ajude do monstro. Eu sempre vou te ouvir, eu prometo. — Ela sussurrou para si mesma.

Ela continuou correndo até ouvir:

— Até quando você vai correr assim?

Ela parou, virou para o lado de onde vinha a voz e viu uma silhueta encostada em uma árvore.

Um sorriso brilhante se formou em seus lábios. Era a voz de Everett. Ela não pensou muito e abraçou o homem.

— Everett. Me desculpe.

Ela esqueceu de chamá-lo de “Mestre” e esqueceu que tipo de relacionamento eles tinham. Eles não eram tão próximos a ponto de se abraçarem o tempo todo.

Mas no momento em que o abraçou, ela se sentiu relaxada.

— Onde está seu colar?

Sua voz era tão profunda que a fez tremer por dentro.

— Eu-eu perdi ele. — Ela balbuciou.

Delilah esfregou o nariz no peito dele e percebeu que seu torso estava nu. Ela estava no cio e a luxúria dentro dela aumentou, quando sentiu a pele dele. As mãos de Delilah começaram a percorrer suas costas nuas, mas foram pegas por ele.

Ela voltou à realidade e se afastou.

— E-eu estou n-no m-meu...

— Vamos.

Ele a levantou em seus braços e virou para o outro lado. Delilah envolveu as mãos em volta do pescoço dele, enquanto tentava se aproximar mais.

— Ele quase m-me matou hoje. — Ela sussurrou para ele.

— Se ele quisesse, ele já teria te matado.

— Você me salvou.

— Eu não sou ninguém para te salvar.

— N-Não…

Ela queria falar mais, mas seu corpo e mente não a ouviam, como se estivesse perdendo a consciência e entrando em um labirinto de luxúria. Delilah descansou a cabeça no peito dele.

— Estou sentindo dor, Mestre.

Everett parou por um segundo, seu aperto em volta do corpo dela se intensificando. Logo ele continuou a andar.

Alguns minutos depois, eles voltaram para a casa de madeira e ela se sentiu aliviada. Ele foi para o quarto e a deitou na cama. Delilah segurou a mão dele e o olhou.

— Mestre, você está bravo comigo?

Delilah não sabia que seu rosto e voz eram sedutores. Ela não sabia o quanto estava afetando Everett.

— Pare de falar e tire uma soneca.

— Aonde você está indo?

— Para fora.

— Não, mestre. Não vá. Eu não quero ficar sozinha. — Ela implorou e se sentou.

Olhando para o rosto frio dele, ela imediatamente soltou a mão dele.

— Onde você estava todo esse tempo? — Ele perguntou enquanto a encarava.

Ela tocou o abdômen inferior e gemeu, caindo na cama.

— Aaaah! Mestre, por favor me ajude.

Delilah não conseguia se controlar. Ela queria se libertar. Seu doce líquido liberava feromônios, o que fazia Everett não conseguir se controlar.

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