Você é meu, Ômega romance Capítulo 255

— Porque tenho alguém em mente. Eu quero estar apenas com ele.

Ele inclinou o pescoço perto do rosto dela.

— Quem?

Delilah o encarou sem lhe responder e sentiu a mão dele agarrando seu pescoço lentamente.

— Eu perguntei quem?

Ela fechou os olhos.

— Não posso te dizer.

Everett soltou o pescoço dela e examinou seu rosto.

— Vá para a cama e pare de sonhar com o que não pode acontecer. — Ele disse e saiu da casa.

Ela não abriu os olhos, mas apertou os punhos. Seu coração estava batendo rápido.

Será que ele descobriu sobre seus sentimentos por ele? O que ele quis dizer com não sonhar? Será que era impossível se apaixonar por ele?

Delilah abriu os olhos e olhou para a casa vazia. Ela não foi para o quarto, se sentou no sofá. Ela não tinha vontade de ir para a cama.

Ela estava totalmente bem até encontrar seu companheiro. Por que ele a seguia? Qual era o seu motivo? Ele não tinha uma noiva? Tantas perguntas passavam por sua mente.

Delilah tentou dormir no sofá. Ela olhou para o teto de madeira e começou a pensar em Everett.

— Onde você está? Para onde você sempre vai? Por que você é tão confortável com as florestas?

[...]

Na manhã seguinte, Delilah acordou cedo e se preparou para o hospital.

Everett não havia voltado para casa. Ela ignorou o fato e fez o café da manhã. Ela não esqueceu de fazer o almoço também. Delilah voltaria à tarde, mas o que Everett comeria se voltasse ao meio-dia? Então ela cozinhou tudo para ele.

Delilah não se sentia como uma empregada, ela queria fazer isso por ele.

Ela estava confusa em relação ao seu coração, mas quando ela o viu na floresta com as mãos ensanguentadas, ela sentiu sua dor. Naquele momento ela percebeu, que Everett se tornou sua família. Seu lar.

O clima lá fora estava bom. Ela sorriu ao sair de casa. O vento fresco tocou seu rosto e ela se sentiu revigorada.

O caminho para o hospital a partir da floresta era de meia hora. Então Delilah começou a andar, no entanto, não esqueceu de procurar suas bolsas que havia perdido ontem. Seus três novos vestidos estavam dentro da bolsa.

Ela viu a bolsa e correu até ela. Logo que a pegou, se sentiu aliviada. Mas franziu o cenho ao ver marcas na bolsa. O saco de papel estava perfurado pelas marcas.

— Garras? — Ela murmurou e olhou atentamente para a bolsa.

Será que alguém se mudou e veio correr aqui à noite? Ela pensou.

Chegando à conclusão, de que era perda de tempo pensar muito, ela começou a andar na direção do hospital.

— Delilah, você precisa cuidar desse paciente. — Lily disse a Delilah.

Delilah pegou o relatório e o examinou cuidadosamente. O paciente estava afetado por algumas doenças.

— No que devo prestar atenção? — Ela perguntou a Lily.

— Você tem que verificar o cronograma de medicamentos deles e administrá-los de forma correta.

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