VOCE É MINHA SEMPRE FOI... M Á S C A R A S

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ANTES:

Eu fazia de tudo pelas pessoas, até que percebi que andava regando espinhos ao invés de flores… Realidade filha da puta essa!

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Depois da primeira viagem ao México, Jav estava maravilhado com tudo que viu e tentou entender como a Agave-azul se tornava o ingrediente principal da Tequila mexicana, visto que a planta que mais parece uma coroa de abacaxi gigante tem o interior branco.

Só que de alguma forma a bebida fica na cor âmbar, dando-lhe a semelhança com o whisky que a família LeBlanc produzi a várias décadas, para Jav isso fervia em sua cabeça o deixando ainda mais curioso, louco para saber de tudo relacionado ao futuro império.

Louis saiba que isso aconteceria, só pela forma como o filho ficou encantado com a planta e tudo envolvido a ela e rapidamente se atentou a levá-lo a uma fábrica para que visse toda a manipulação e tivesse um vislumbre do que produzirá futuramente. Tudo isso empurrava meu menino para esse caminho. — Manipulação? Quero dizer, será que o pai está o manipulando para que meu Jav sega esse caminho?

Vós respondeis: não, Jav está predestinado a isso, ele nasceu para dominar esse ramo e tudo vem seguindo como o destino quer, é claro que a caninana e o tio Lauro são os pequenos contrata tempo, mas Janaína escolheu uma ótima madrinha para esse garoto! — E vós aviso, nunca usei uma foice, mas com Jav sob meus cuidados comecei a cogitar a ideia de ter uma.

“Enfim, se já fui pacifista um dia não lembro, pois depois que tomei a proteção de Jav como minha responsabilidade o que mais passo, é raiva!”

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Os anos, foram avançado e o que eu mais queria, aconteceu! Charlotte engravidou. — Mais para frente irão entender o porquê desse meu desejo, porém saibam que a pequena criança que estar por vier é das minhas e não do time “eu odeio o Jav”.

Com a descoberta da gravidez, a cobra-cuspideira passou o dia inteiro louca para contar ao marido da grande novidade, pois isso dava-lhe o direito de usufruir da fortuna dos LeBlanc da maneira que quisesse.

Eu, estou que não me aguento de ansiedade e se pudesse comer, faria uma pipoca só para sentar e admirar a cena de tudo que está por vir. — Às vezes, a cura para o nosso tédio está em nossas mãos! É necessário o mínimo, comentar algo desnecessário ou dar uma opinião que vá contra a ordem vigente, enfim! No meu caso é: riscar o fósforo e admirar o circo pegar fogo.

“Por favor, imaginem uma gargalhada debochada saindo por meus lábios! Gosto dessas ligadas a minha pessoa! Nada de algo maquiavélico. Já disse; não sou a vilã”.

Charlotte preferiu não contar ao Lauro, pois tinha dúvidas de quem era o pai, visto que Louis quando bebe um whisky dá, umas voltas na caninana… Bom, não quero falar disso e penso que já entenderam o que eu quis dizer!

Charlotte, está eufórica, louca para dar a notícia ao Jav e quando ouviu o carro do motorista chegar com meu protegido, sacudiu as penas de franga e se apressou de ir para a sala espera por ele.

Atualmente Jav está com oito anos, e por Deus se tivesse um filho seria ele, meu protegido e dono de uma ironia sem igual. Charlotte estava a sua espera e ele mal entrou na sala a megera se colocou de pé e foi dar ao menino a notícia de que ganhará um irmão.

— Filho! Vem cá meu amor — foi toda afoita até ele, que passou por ela seguindo em direção ao quarto, porém ele achou algo muito estranho, pois está desconhecendo essa maneira tão carinhosa de chamá-lo já que vem maltratando o mesmo sempre que estão sozinhos. — Jav meu filho, espere por mim, garoto!

… Diga! — parou e olhou para trás de modo a encará-la — onde é

respeita! Sou quase sua mãe! — estressada exigiu — você é idêntico a sua progenitora, ela que tinha essa mania feia de me dar as costas enquanto

Bom, com relação a ter semelhanças com minha mãe, julgo que seja o certo, né? Geralmente os filhos parecem com os pais, mas sei que não é esse o motivo de tanto alardes. Já que nesse horário está em algum canto dessa casa confabulando algo contra mim — ouvir isso pegou a mulher desprevenida, já que não fazia ideia de Jav a tenha ouvido pelos cantos da casa de segredos com Lauro —, diga logo o que te fez, ficar aqui a minha espera? — Charlotte respirou fundo algumas vezes antes de dar-lhe a boa notícia.

Terá um irmãozinho… — com uma voz fina, alegre e totalmente diferente de segundos atrás, compartilhou a boa nova.

admirou a madrasta, que esperava dele um abraço ou um singelo parabéns, mas meu menino repouso a mão direita sobre o queixo como quem pensar no que dizer. — Queria uma pipoca agora! Essa e a cena esperada.

Tem certeza que é do meu pai? — a pergunta aflorou uma fúria dentro de Charlotte que a mesma ponderou golpear a cara dele — Tenho minhas dúvidas, já ouvi você o chamando de Boi manso e sei que meu tio é o fabricante deles, “então!” A pergunta é: será meu irmão ou primo?

penosa se enfureceu, se galinha voasse seria agora que Charlotte levantaria

bastardo miserável! — ouvi isso, cutucou minha ferida imaginaria e sinceramente queria bater nessa mulher nesse exato momento! Mas Jav não abaixou a cabeça, pois essa foi a primeira vez que ela o chamou de bastardo diretamente — Esse bebê e legítimo, de um casamento oficial, não fique se achando moleque insolente! Você é, e sempre será o filho

bem, eu não ligo Charlotte, tenho orgulho de ser fruto de um amor verdadeiro! Mas quer saber o que me deixa feliz? — questionou olhando em

O que te deixa feliz? — com um sorriso

Ver sua verdadeira cara, afinal a máscara de boa mamãe acabou de cair! Pegue-a e coloque novamente, sua verdadeira cara é pavorosa… Hmm, pensando bem, julgo que… não espera! Tenho certeza que você ganharia uma grana alta, assombrando uma casa com um casal, 6 filhos e um cachorro — debochou e virou as costas segurando o choro o máximo que podia. Seu sofrimento me deixou enfurecida — Ah, meus parabéns e diga a meu tio que ele será papai! — felicitou, olhando por cima

Desgraçado, é igualzinho a sua mãe! Vi em você as atitudes daquela miserável, seu bastardo! Se prepara para perde seu posto de filhão, pois um legítimo LeBlanc Vallatin estar para vir

sentisse minha presença, pois minha raiva e

é mais! — falou olhando tudo a sua volta — lá fora está uns 39° como um vento tão frio soprou aqui dentro? — alisando os braços, questionou — Essa criança é protegido