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A AMIGA DA MINHA FILHA romance Capítulo 2

Eu tenho a leve sensação que a Valentina está correndo serios riscos de fazer merda tendo a Sofia como amiga, ela não é um bom exemplo, e tenho receio da influência que ela possa ter sobre a minha filha.

Eu me chamo Kalel Carvalho, tenho 39 anos, trabalho como Ginecologista em um hospital particular em São Paulo.

A Valentina está prestes a completar 18 anos.

Eu me tornei pai muito cedo, mas nada me impediu de ser bem sucedido na minha profissão, muito pelo contrário, com o nascimento da Valentina, eu tive um propósito ainda maior pra correr atrás dos meus objetivos.

Eu jamais perdi o foco no trabalho por problemas pessoais, mas precisei antecipar as minhas férias pra poder não enlouquecer, mas não adiantou muito, já que o motivo da minha loucura frequenta a minha casa todos os dias.

Sofia Hazel é uma típica garota que com a chegada da maioridade acha que pode fazer tudo, ela tem 18 anos, branca, cabelos pretos, um corpo muito atraente, mas extremamente dissimulada.

Ela e minha filha são amigas a um ano, se conheceram em uma associação esportiva e desde então passaram a jogar futsal juntas, mas com o passar do tempo as coisas foram saindo do controle, e foi aí que começou o meu dilema.

Há alguns dias eu estava tarde da noite no meu escritório revisando alguns exames quando decidi ir tomar água, a Sofia estava dormindo em nossa casa naquela noite, e enquanto eu colocava água no copo, ela apareceu, vestindo uma blusa curta que mostrava toda a barriga e de calcinha.

As pequenas luzes das colunas da casa, deixavam a cozinha com pouca iluminação, mas o suficiente pra enxergar todo o corpo da Sofia.

Sofia: Perdeu o sono, Tio Kalel?

Eu tentei não olhá-la com segundas intenções, embora suas vestimentas ativassem em mim um desejo de homem.

— Sim, mas já estou indo dormir.

Respondi friamente, coloquei o copo em cima da bancada e tentei me retirar do recinto, mas ela bloqueou a passagem.

Ela estava bem a minha frente, com um olhar que antes eu nunca havia visto vindo dela, era um olhar carnal, vulgar, um olhar nitidamente safado.

Sofia: Eu tenho uma dúvida, Tio Kalel.

— Que dúvida?

CAPÍTULO 2 1

CAPÍTULO 2 2

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