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A AMIGA DA MINHA FILHA romance Capítulo 6

SOFIA

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Eu voltei pro quarto da Valentina sentindo a minha calcinha molhada, tudo o que eu mais queria era ser agarrada pelos braços fortes do Kalel e ele me tratasse como uma mulher, eu queria sentir o pau dele entrando em mim, e que ele me fizesse sentir os melhores e maiores orgasmos.

— Puta que pariu!

Falei mais alto do que eu deveria.

Valentina: Aí que susto Sofia, o que deu em você? tá xingando quem?

— Desculpa Valentina, eu tive um pesadelo.

Valentina: Tem água na minha escrivaninha, quer um pouco?

— Não é preciso, eu vou voltar a dormir.

Eu dei um beijo no rosto dela, que logo voltou a fechar os olhos e dormiu, enquanto eu fiquei olhando pro meio do nada, com um fogo absurdo no meio das pernas.

No dia seguinte, o café da manhã já estava pronto, mais o Kalel não estava na mesa, e a empregada disse que ele não havia descido ainda pra tomar café da manhã.

Valentina: Que estranho, o papai nunca se atrasa pro café, acho que ele tá no escritório e ninguém viu ele descer, vou passar por lá primeiro.

A Valentina se dirigiu até o escritório, e eu fui caminhando lentamente, na tentativa de ouvir a conversa dos dois, eu sabia que ele havia dormido no escritório, pois eu teria ouvido a porta dele se abrir se ele tivesse ido pro quarto, já que o quarto dele ficava bem ao lado do quarto da Valentina.

Quando ele foi questionado sobre os motivos que o levaram a dormir no escritório, eu fiz questão de aparecer, pois eu sabia que o motivo era eu.

Quando ele me viu, parecia que ele estava vendo um fantasma, ele ficou me encarando, sem saber exatamente o que dizer pra filhinha dele.

Ele deu uma desculpa esfarrapada que estava apenas sonolento e foi nessa hora que eu decidi me aproximar.

Eu peguei o roupão dele sem que ele percebesse, joguei em cima da cama e voltei pro banheiro e fiquei observando ele tomar banho.

Não demorou muito pra ele me notar.

Ele tomou um susto tão grande, que foi inevitável não rir do desespero dele.

Ele perguntou o que eu estava fazendo lá e logo em seguida mandou eu me retirar.

Ele procurou pelo roupão, mas percebeu que eu já havia me livrado dele.

Eu olhei pro pau dele e ele tentou cobri-lo com as mãos.

Quando falei que o pau dele era grande, ele disse que eu estava passando de todos os limites, e que iria começar a proibir a minha ida na casa dele.

Isso não me abalou em nada, tudo era apenas um sinal de que eu estava conseguindo mexer com o psicológico dele, e era só uma questão de tempo até conseguir fazê-lo perder a cabeça de vez.

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