SOFIA
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Eu voltei pro quarto da Valentina sentindo a minha calcinha molhada, tudo o que eu mais queria era ser agarrada pelos braços fortes do Kalel e ele me tratasse como uma mulher, eu queria sentir o pau dele entrando em mim, e que ele me fizesse sentir os melhores e maiores orgasmos.
— Puta que pariu!
Falei mais alto do que eu deveria.
Valentina: Aí que susto Sofia, o que deu em você? tá xingando quem?
— Desculpa Valentina, eu tive um pesadelo.
Valentina: Tem água na minha escrivaninha, quer um pouco?
— Não é preciso, eu vou voltar a dormir.
Eu dei um beijo no rosto dela, que logo voltou a fechar os olhos e dormiu, enquanto eu fiquei olhando pro meio do nada, com um fogo absurdo no meio das pernas.
No dia seguinte, o café da manhã já estava pronto, mais o Kalel não estava na mesa, e a empregada disse que ele não havia descido ainda pra tomar café da manhã.
Valentina: Que estranho, o papai nunca se atrasa pro café, acho que ele tá no escritório e ninguém viu ele descer, vou passar por lá primeiro.
A Valentina se dirigiu até o escritório, e eu fui caminhando lentamente, na tentativa de ouvir a conversa dos dois, eu sabia que ele havia dormido no escritório, pois eu teria ouvido a porta dele se abrir se ele tivesse ido pro quarto, já que o quarto dele ficava bem ao lado do quarto da Valentina.
Quando ele foi questionado sobre os motivos que o levaram a dormir no escritório, eu fiz questão de aparecer, pois eu sabia que o motivo era eu.
Quando ele me viu, parecia que ele estava vendo um fantasma, ele ficou me encarando, sem saber exatamente o que dizer pra filhinha dele.
Ele deu uma desculpa esfarrapada que estava apenas sonolento e foi nessa hora que eu decidi me aproximar.


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