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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 4

— Eu...

Ergui suas mãos e as prendi no alto, junto à parede fria:

— Nem começamos, “amor”.

— Shhhh... — sibilou — as pessoas podem ouvir.

— Você não parecia nada preocupada com isso há minutos atrás. — ri, com sarcasmo.

— Senhor ilusão de ótica, por favor, não leve em conta nada do que eu faço... porque estou levemente bêbada.

Mal ela sabia que eu tinha tomado seis doses duplas de uísque. E que quando eu bebia, ficava extremamente excitado e aguentava horas numa foda. Talvez fosse hora de irmos para um lugar mais reservado.

Mas os lábios dela me chamavam. E eu não tinha vontade de ir a lugar algum a não ser naquela cabine. As luzes piscaram de novo e alguém esbravejou do lado de fora.

— Já sentiu seu próprio gosto, “amor”?

Ela abriu os lábios para dizer algo, mas não deixei. A tomei num outro beijo sôfrego, misturando o gosto de sua boceta com a saliva, enquanto que com uma mão continha as dela no alto da cabeça e a outra desafivelava o meu cinto.

Tempo! Eu precisava de no mínimo umas três horas para fazer tudo que desejava fazer com ela.

Os gemidos da minha garota estavam altos demais, mesmo entre os meus lábios. E, mesmo eu sendo quem era, sabendo que não seria incomodado, não queria chamar a atenção e correr o risco de uma situação como aquela se espalhar publicamente.

A virei de costas, com um único movimento e levantei seu vestido. Meu pau, pela primeira vez na vida, implorava para gozar mais do que qualquer coisa. Levantei apressadamente o vestido. Aliás, por que tanto tecido?

Esfreguei a glande em toda sua extensão, tentando, inutilmente, controlar-me e durar mais tempo. Gemi no ouvido dela e depois chupei a pele sensível do pescoço. Ela arfou. Ajeitei-a, empinando sua bunda.

Empurrei devagar no início, só a cabeça, e ela arqueou as costas ainda mais, um gemido abafado escapando. Tapei sua boca, para que ela ficasse calada. Forcei mais, centímetro por centímetro, como se precisasse me torturar daquela forma doce e urgente.

Enquanto a segurava contra a parede, observei a mão dela apoiada no azulejo. E vi a pequena tatuagem no dedo anelar direito: um coração, pequeno, delicado, íntimo demais para se ignorado.

As unhas dela buscavam cravar-se no azulejo, de forma inútil. Quando finalmente senti o calor que envolveu meu pau, passei a meter de verdade, forte e fundo, sem piedade. A boceta dela parecia se adaptar aos poucos, sugando meu pau a cada estocada.

Gemi, de forma incontrolável, enquanto a fodia com força, meu corpo grande engolindo e esmagando o dela contra a parede. Pressionei o rosto dela contra a parede e fui sugando toda sua pele sedosa do pescoço, tentando não gozar tão rápido, porque eu geralmente aguentava bem mais tempo.

Ela gritou, contida. Soltei devagar a mão dos seus lábios e sussurrei, com dificuldade:

— Controle-se... a gente não está sozinho.

— Eu... não aguento — a voz dela falhou. — Acho que vou...

— Goza para mim — rosnei no ouvido dela, uma mão descendo para esfregar o clitóris, meus dedos escorregando na umidade. — E entenda de uma vez por todas que não sou uma ilusão de ótica.

Ela estremeceu, a boceta se apertando ao redor do meu pau, e gozou de novo, desta vez de forma mais intensa, com o corpo inteiro convulsionando.

Maçãzinha 1

Maçãzinha 2

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