Mais um dia se passou e eu avancei no terreno do inimigo. Era assim que eu me sentia, numa guerra. Eu me recolhi novamente antes do juiz chegar. Primeiro porque eu usava as roupas da falecida e para que ele não se incomodasse com a minha presença e me mandasse embora.
— Ela ainda está aí?— Alex indagou, enquanto se servia durante o jantar.
— Sim senhor!— Giorgia respondeu com as mãos para trás e o semblante fechado.
— Não me importa se não gosta da minha decisão!— Alex disse seco.
Giorgia não estendeu o assunto e se calou.
Alex saiu da mesa e foi direto para o bar que ficava num canto da sala de estar.
Giorgia o acompanhou com o olhar e o reprovou meneando a cabeça.
Depois de algumas doses de whisky, Alex olhou para o alto da escada, onde ficava o seu quarto, e suspirou impaciente .
— Preciso vê-la, tocá-la!
Ele seguiu pelo corredor na direção do meu quarto e parou indeciso.
Eu estava olhando para a porta como se o esperasse. Estava usando outra camisola. Agora branca transparente e também rendada.
Eu saltei da cama e antes que alcançasse a porta, ela se abriu
— Senhor!— eu exclamei ofegante.
— Estava me esperando?— ele sussurrou ansioso.
Eu sentia o cheiro de álcool que evaporava dos seus poros.
— Senhor, eu…
Ele me calou novamente com um beijo. Eu lhe correspondi e senti meu corpo sendo suspenso e em seguida carregado pelo corredor. Eu o olhava ansiosa e feliz.
Finalmente chegamos à suíte master lá em cima.
Alex me colocou na cama e foi trancar a porta. Eu olhei assustada, então ele riu malicioso e disse:
— Não quero ser surpreendido!
Eu continuei assustada, então Alex disse se aproximando:
— Eu não bebi o suficiente para não saber o que estou fazendo! Eu vejo nos seus olhos que também me deseja e eu não posso mais controlar o meu desejo!
Eu aceitei o seu beijo e me espalhei no leito. Era tudo novo para mim, mas eu o queria.
Alex ergueu a minha camisola e alcançou a minha lingerie rapidamente. Estávamos ofegantes.
Ele enfiou os dedos pela lateral da minha calcinha e tocou o meu ponto máximo. Eu gemi baixinho, sentindo o meu clitóris recebendo carinhos na ponta daqueles dedos incríveis. Ele puxava e soltava logo em seguida. Eu ia nas nuvens.
— Você é demais garota!— ele disse espalhando a minha lubrificação nos seus dedos.
Eu fechei os olhos, já sentindo um orgasmo se aproximar.
Alex passou a ponta dos dedos na minha entrada sussurrando ao meu ouvido.
— Se abre pra mim, Bella, vai!
Ele forçou pressionando os dedos e eu senti algo me rasgando, cortando não sei, mas eu o empurrei.
Alex se assustou, depois sorriu achando que eu estava nervosa e veio novamente afastando as minhas pernas para me sugar.
Eu quase gritei de prazer quando a língua quente dele passou pelos meus grandes lábios.
Ele me abriu com as duas mãos e veio com a língua mais a fundo.
Eu arqueei o corpo e gemi baixinho, quase chorando de prazer.
Alex, vendo que eu estava muito excitada, começou a se despir rapidamente.
— Senhor, eu..
Ele me interrompeu com um beijo e veio segurando o seu membro, procurando me penetrar.
Eu me afastei tentando falar, mas ele veio e me beijou, enquanto forçava a minha entrada.
— Não!— eu quase gritei na boca dele.
Alex se afastou com os olhos arregalados.
— Eu pensei que você também quisesse!
— Eu quero!
Ele riu malicioso e segurou as minhas pernas no alto dos seus ombros.
— Vamos matar logo esse desejo, garota! Vem! Você está louquinha para me sentir!
— Eu estou, eu…
Mais uma vez o beijo dele me silenciou e eu relaxei as pernas para recebê-lo.
— Vem, vem Bella!— ele disse apontando o membro ereto, lubrificado.
No momento em que ele forçou, logo sentiu que eu era muito fechada.
Ele se afastou e me olhou incrédulo.
— Você é virgem?
Eu assenti com a cabeça e sorri inocente.
Alex meneou a cabeça se reprovando.
— Vem aqui!— ele disse soltando as minhas pernas e me colocando no seu colo à beira da cama.
— O que vai fazer?— indaguei curiosa.
Ele fechou os olhos e olhou para cima enquanto me tocava. Eu fiquei ofegante e a minha lubrificação só aumentava à medida que os dedos dele se moviam em volta da minha entrada.
— Ai, que delícia!— eu sussurrei me segurando ao seu pescoço.
Ele abria as minhas pernas de vez em quando e voltava a me tocar com mestria.
— Pode gozar assim!— ele disse olhando para a minha boca sedenta.
— E você?
— Vou esperar o seu tempo!
Eu sorri ansiosa e comecei a subir os quadris para encontrar os dedos dele, forçando-os a me penetrar, mas Alex não queria que fosse assim e diminuía a pressão.
Eu soltei um gemido agudo, no momento em que o orgasmo chegou.
Alex me deitou na cama, eu estava quase desmaiada. Em seguida, ele entrou no banheiro e ficou se masturbando. Eu ouvia os seus gemidos animalescos e desejava que ele estivesse dentro de mim, mas eu sabia que não estava preparada de fato!
Um tempo depois, Alex voltou suado do banheiro, sorrindo satisfeito.
— Nossa, há quanto tempo não faço isso! Acho que estava mesmo adormecido!
Eu estendi os meus braços e o puxei para um beijo.
— Isso não vai mais acontecer— ele disse de repente.
Eu fiquei decepcionada. Tudo o que eu queria era fazer amor com ele, quando estivesse preparada.
— Você deve estar se guardando para o seu namoradinho!— ele disse com o semblante fechado.
— Não! Senhor, eu quero ser sua! Por favor!— eu supliquei.
Alex segurou o meu rosto me olhando sedutor.
— Ei, calma! Você não está preparada para ser mulher ainda!
— Eu estou! Eu só preciso de um tempo!— eu disse desesperada.
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