A compra 2° livro família Mazzioni romance Capítulo 8

Eu corri o mais rápido que pude,mas as pernas de Henri eram cumpridas ele logo me alcançou e me levou para minha cama, me jogou sobre o colchão se posicionou no meio do meu tronco com sua perna musculosas.Eu tentei a todo custo sair dali pois sabia que estava enrolada, estávamos em uma luta constante e a única forma que ele conseguiu me parar foi beijando minha boca,ali eu acabei me perdendo sua boca macia,quando sua língua grande invadiu minha boca pude sentir o gosto do sal, mas o que era maior que isso era forma que sua língua dançava dentro da minha boca. Quando finalmente consegui me acalmar ele me soltou,ficamos nos encarando sem dizer nada,antes mesmo que eu pudesse dizer algo ele se levantou e foi embora batendo a porta do quarto atrás dele, do jeito que eu estava fiquei estava tentando assimilar o que tinha acabado de acontecer,eu pensei que ele iria me agredir,para ser bem sincera eu penso no pior quando se trata de Henri.

Dois dias se passaram eu não vi Henri,eu estava mal a febre chegou e não ia embora eu não tinha forças para levantar, Henri não veio até mim mas ouvi ele na cozinha essa madrugada nem um remédio me ofereceu, eu não podia esperar muito de Henri ele era meu "dono" não meu namorado.Amanheceu tentei me levantar e preparar um chá para que eu pudesse melhorar, cheguei na cozinha e pra minha surpresa me deparei com Henri.

__ Enfim se levantou

__ Eu não estou bem __ Minha voz estava fraca, foi a última coisa que me lembro de ter dito antes de desmaiar,quando acordei senti meus olhos pesados como se houvesse areia nas pálpebras,eu estava em um quarto diferente do meu, acabei dormindo novamente,quando acordei o pouco que conseguia enxergar vi que estava a noite e em volta de mim havia um corpo me mobilizando parecia que queria me deixar aquecida e Resende eu estava, quando dei por mim vi que o dono daquele corpo era Henri.

Estar no meio daquela montanha de músculos, de incio foi constrangedor mais eu não conseguia sair, por mais que minhas o meu eu consente quisesse aquele homem longe de mim, o lado inconsciente queria estar ali, eu estava com ódio dele, era por causa da maldade dele que eu estava naquele estado, mais depois que ele me abraçou com a intenção de me aquecer do frio eu não queria sair dali, desde quando tudo aconteceu lá no Brasil eu estava com medo estava me sentindo insegura, tudo sumiu quando estava naquele abraço e finalmente eu dormi plena. Quando acordei ele já não estava na cama, eu ainda estava sentindo o meu corpo fraco, a febre tinha cessado mais ainda sentia meu corpo cansado, ouvi barulho vindo do banheiro, era a porta abrindo quando ele saiu mostrou seu corpo cobrindo só a parte de baixo com a tolha, foi impossível não reparar naquele corpo.

- Volte a dormi ainda está cedo.

- Estou sem sono, ou você quer mandar no meu sono também ?

- Vejo que está se sentindo melhor.

- Mais ou menos, ainda me sinto fraca, mais vou levantar pra arrumar o café do senhor.

- Não precisa me chamar de senhor Kera..

- Precisa sim, temos um acordo e não é por que fiquei doente que vou deixar se cumprir __ Me levantei, tudo rodou mais insisti.

- Fique na cama Kera é uma ordem.__ Repousei meu corpo na cabeceira, ele entrou para o closet eu fiquei observando o quarto, quando ele voltou já estava usando seu terno preto.

- Você só tem roupas pretas ?

- Sim

- Por que você só usa essa cor ?

- Por que ela revela o meu humor__ Rolei os olhos e me joguei nos travesseiros.

- Vou a uma reunião daqui a pouco estarei de volta, vou trazer seu café antes de ir e você não saia da cama por nada, aqui está o controle da tv, acha um filmena Netflix e sossega o rabo, se eu voltar e você tiver de pé irei bater na sua bunda feito criança.__ Comecei a rir ele não teria coragem.

- Coitado de você Henri.

- Não queira apostar, porque eu sei que você sabe que eu sou capaz de fazer até pior. ___ Engoli seco, ele saiu do quarto pouco tempo depois ele voltou com uma bandeja de café

- Você tem super poder ? Como fez isso tudo tão rápido ?

- Eu não fiz, já estava pronto

- Ué quem fez ?

- Empregada, pedi que Lucca contratasse uma o mais rápido possível, as 7 da manhã já tinha uma aqui.

- Eu não ficarei doente pra sempre, eu vou poderfazer minhas tarefas acho que amanhã já estarei melhor

- A casa é minha e eu contrato quantas pessoas eu quiser.

- Por que você é tão rude ?

- Eu sou assim.__ Tomei a bandeja da mão dele e me servi com café, ele ficou me olhando comer, acho que ele tem alguma tara em ver mulheres comendo não é possível.

- Está olhando o que ?

- Nada __ Ele ficou me observando por um tempo e depois saiu do quanto. Depois que eu comi bastante deixei a bandeja no pé da cama e fui ao banheiro, minha escova de dente estava lá, escovei meu dente dei um jeito no meu cabelo, eu estava com cara de acabada ...

Uma semana já tinha se passado eu estava totalmente curada, Henri fez eu ficar na cama de molho esses dias todo, ele trabalhou de casa, a gente trocava poucas palavras e quando falávamos muita das vezes era patadas para todo lado, mais quando chegava a noite ele sempre me puxava e me abraçava para dormimos juntos, as vezes eu me pegava pensando no beijo que ele me deu no dia da nossa briga, mais logo em seguida eu lembro do mal que ele me fez me deixando presa naquele quarto mofado, aí o ódio tomava conta do meu coração. Eu esqueci do meu celular essa semana, quando peguei tinha várias ligações de Marina e Fred, aproveitei que estava sozinha e retornei a ligações, os dois queriam saber a mesma coisa como eu estava, menti falei que estava tudo bem sendo que não estava mais eu não podia falar a verdade pra eles.

Quando foi a noite desci do quarto eu estava usando uma camisa de malha grande de Henri, decidi preparar o jantar.

- Boa noite, Julia hoje pode deixar que eu irei preparar o jantar __ Julia era a empregada que ele tinha contrato pra nós ajudar, ela já era de idade,seu cabelo parecia um monte de neve, ela usava óculos, falava em Inglês. Ela concordou e logo sumiu da minha frente, peguei frango na geladeira, iria fazer filé de peito grelhado, arroz e feijão, pois aquele homem não come sem arroz e feijão, fiz uma salada para acompanhar, quando estava pronto fui até o escritório e chamei ele

- Se você ficar desfilando com essa roupa, vai ser difícil me segurar

- Então feche os olhossenhor__ Fomos caminhando até a cozinha eu arrumei o prato dele e depois o meu.

- Posso te fazer uma pergunta Kera ?

- Depende __ Eu ri pra ele, pois era assim que ele me respondia toda vezque eu tentava fazer uma pergunta.

- Por que você veio pra Alemanha, e porque se vendeu em um leilão ? __ eu estava cortando meu frango com a faca, aquela pergunta caiu sobre mim como uma bomba, eu não gostava de tocar nesse assunto.

- Henri, é um assunto delicado, eu não gosto muito de falar sobre isso.

- Não tem como resumir ?

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