Ele a colocou suavemente sobre a cama, cobriu-a com o edredom e se afastou. Pouco depois, voltou trazendo três copos de água.
Um copo de chá de gengibre, um de água com rapadura derretida e um de água quente.
Manuela: "…"
Seu marido obviamente tinha levado a sério as recomendações do médico, mas por que, afinal, não podia ser um único copo de chá de gengibre com rapadura, tudo junto?
Ela detestava o sabor tanto do chá de gengibre quanto da água com rapadura, mas, ao olhar para o vinco franzido entre as sobrancelhas de Lucas, engoliu as palavras de recusa e estendeu a mão obedientemente para pegar o copo.
"Não se mexa." Vendo o quão fraca ela parecia, Lucas não se sentiu à vontade para entregar a ela um copo tão pesado.
Ele a ajudou a se sentar, acomodando-a em seu colo, e só então aproximou o copo de seus lábios: "Beba."
Manuela abriu a boca de bom grado.
Depois de tomar os três grandes copos e ainda um comprimido para dor, o efeito foi mínimo.
Manuela não compreendia por que dessa vez a dor estava tão intensa; nunca tinha sido tão grave antes. Pelo visto, precisaria se cuidar melhor dali em diante.
Vendo-a encolhida na cama como um camarão, com o rosto pálido e gemendo baixinho, Lucas sentiu o coração apertado.
Agarrou o telefone e ordenou, com voz grave, para Lionel do outro lado da linha: "Chame um médico agora!"
"Não adianta..." Manuela estendeu a mão debaixo do edredom e puxou a ponta da camisa dele.
Não querendo preocupá-lo mais, ela forçou um sorriso, mesmo com a testa coberta de suor: "Daqui a pouco eu fico bem, meu amor, não se preocupe..."
De repente, ela se lembrou de algo, segurou a mão dele e colocou sobre sua barriga.
Mônica balançou a cabeça, um tanto ansiosa: "Antes ninguém atendeu, agora nem sei o que está acontecendo, o celular já desligou!"
Viviana estava olhando o fórum com tanta raiva que tremia: "Só falam besteira!"
Manuela ainda não sabia que, depois que saiu, algo aconteceu na aula optativa—
Uma mulher que dizia ser empregada de uma certa senhora apareceu de repente na porta da sala, logo após o fim da aula, chamando por ela.
A professora respondeu que Manuela não estava, que havia pedido permissão para faltar, mas a mulher não se conformou; parou na porta da sala e disse friamente:
"Será mesmo que faltou por algum motivo, ou ouviu rumores e resolveu se esconder?"
"Se teve coragem de se engraçar com o marido da minha patroa, agora vai ter medo de nos encarar?!"

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