— O que aconteceu? Que barulho foi esse?
— Meu Deus, o que houve com esse carro? Só sobrou a carcaça!
— Será que o som de agora pouco veio desse carro? Tsc, que assustador! Como um carro tão perigoso estava na escola!
Nesse momento, Vera e outras colegas que moravam nos dormitórios também chegaram.
Todos prestaram muita atenção à situação do carro.
Vera, no entanto, focou em Lorena. Ao vê-la ilesa, franziu a testa involuntariamente.
Deu errado? Que decepção, tudo o que eu planejei foi por água abaixo.
Ao cruzar acidentalmente com o olhar frio de Lorena, ela deu um sorriso provocativo.
O olhar de Lorena continuou gélido, sem demonstrar reação.
A polícia colheu os depoimentos deles; todos testemunharam que estavam dormindo e não sabiam muito sobre a situação.
Percival notou o olhar de Lorena e também reparou em Vera.
Ele teve a sensação de que já a tinha visto em algum lugar.
Mas não conseguia se lembrar onde.
Nesse momento, ele percebeu o corpo de Lorena vacilar levemente e ficou preocupado: — A polícia chegou, e o Sr. Gildo e o coordenador também estão aqui. Você não precisa se preocupar com os desdobramentos. Vá para o hospital comigo primeiro, caso contrário, eu não ficarei tranquilo.
Gildo viu o arranhão no braço de Lorena e também levou a situação a sério, insistindo para que ela fosse ao hospital.
Lorena finalmente concordou.
Tânia viu Percival protegendo Lorena ansiosamente ao entrar no carro, e um gosto amargo invadiu seu peito.
Kelton, ao lado dela, também parecia distraído.
O primo dele não era noivo de Tânia?
Mesmo que Lorena fosse realmente a filha da Família Estrela, se Tânia não havia deixado a família, isso significava que a família também a reconhecia como filha.

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