Isadora viu que, antes de verificar seu pulso, Lorena já sabia que ela tinha resistido a duas crises e sentiu o coração apertar.
Então, estendeu a mão.
Ao mesmo tempo, a garota de cabelo curto viu a cena e se levantou sem hesitar, correndo em direção ao banheiro.
Beatriz já estava de olho na garota e, ao vê-la correr para o banheiro, franziu a testa de leve.
Pietro sentou-se, olhando para Lorena com interesse.
Parecia que ela tinha percebido de novo.
Como ela era tão inteligente?
Exatamente o seu tipo!
Lorena checou o pulso de Isadora e, depois de confirmar o tipo de toxina, ficou com o rosto frio: — Reitor Cavalcante, isole o local!
— O quê? Isolar o local! Isso não é um pouco exagerado?
— Não disseram que o veneno tinha cura? Por que isolar o local, não deve ser tão grave?
Afonso, porém, não questionou, e ordenou diretamente aos funcionários que bloqueassem a única saída.
Enquanto as pessoas se questionavam, de repente ouviram um grito de dor excruciante.
Como um pássaro prestes a morrer, emitiu um gemido horrível!
O som machucou os ouvidos de todos os presentes.
Todos olharam na direção do som.
Isadora, que estava bem até pouco tempo, rolava loucamente no chão segurando o abdômen.
Em cada lugar onde ela rolou, havia um rastro que parecia sangue.
Um vermelho escuro flagrante se acumulava, como as pegadas do deus da morte, assustador de se ver.
— Ah! Que dor! Me salvem! Me salvem!
Ela pedia socorro enquanto continuava vomitando sangue.
A forma como ela vomitava sangue aterrorizou a todos.

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