Assim que terminou de se trocar, recebeu uma mensagem de Percival.
[Lorena, você já terminou de resolver as coisas? Me dê o seu endereço que vou te buscar.]
Lorena não deu o endereço do MR Global diretamente a ele, mas indicou um shopping ali perto.
— Uau, líder, essa roupa ficou perfeita em você! — Daniel Rossi a viu sair e ficou maravilhado.
Ele conhecia muitas mulheres bonitas, mas nenhuma tinha a aura da líder.
Como uma rosa nascendo no meio de espinhos.
Resiliente, forte, sedutora e charmosa.
— Cale a boca. — Lorena não queria ouvir elogios dele. Percebendo que ele ainda planejava segui-la, falou francamente: — Ninguém sabe ainda da minha ligação com o MR Global. Andar comigo por aí vai me trazer problemas.
Daniel Rossi pareceu injustiçado. — Como isso me traria problemas? Não tem homem no local inteiro mais bonito do que eu! Acho que, no fundo, você só quer brilhar sozinha!
— Se você quer pensar assim, pode ser. — Lorena não ligou para o que ele disse e entrou no elevador.
A rua estava cheia no início da noite, com luzes e sombras maravilhosas.
Mas Percival logo a avistou em pé na calçada olhando para o celular.
O cheongsam claro a fazia parecer uma fada que havia saído de uma pintura, e ela atraía a atenção de todos mesmo estando parada em silêncio.
Assim que o carro parou, ele viu um garoto estrangeiro jovem e bonito conversando com ela.
Parecia estar pedindo o número do telefone.
O olhar dele fechou e ele saiu do carro e foi até ela.
— Fique tranquila, eu só quero a sua conta do INS, não vou fazer nada demais.
— Desculpe, não tenho.
Lorena foi franca na resposta, mas o rapaz achou que ela simplesmente não queria passar, e insistiu.

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