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A Guerreira Virou Imperatriz: Vinganças e Intrigas romance Capítulo 94

— O quê? Fazer o Imperador dormir com aquela vadia?!

O bom humor de Felícia se despedaçou num instante.

A serva que trouxe a notícia mantinha a cabeça baixa, sem ousar encarar a fúria da Esposa Imperial.

— Eu... Eu ouvi com meus próprios ouvidos, a Imperatriz-Avó disse...

— Chega! — Felícia cortou, impaciente, sem querer ouvir mais enrolação.

Após o choque, surgiu a dúvida.

A Imperatriz-Avó não voltou ao palácio justamente para investigar a castidade da Imperatriz? Por que, então, a pressa em fazer com que o casal dormisse juntos?

Seu olhar ficou gélido e ameaçador.

— Vou perguntar de novo: a Imperatriz-Avó chegou a interrogar sobre o sequestro da Imperatriz?

A serva balançou a cabeça, respondendo:

— Isso... Isso eu já não sei dizer. Só poucos servos estavam no salão interno, eu fiquei do lado de fora. Não deu para ouvir a conversa deles direito.

Ao ouvir isso, o rosto de Felícia ficou lívido. Ela estava ansiosa para entender qual era o plano da Imperatriz-Avó.

Se a Imperatriz não era mais virgem, o primeiro passo não deveria ser destituí-la? Com a personalidade inflexível da Imperatriz-Avó, como ela poderia tolerar algo assim?

Felícia estava tomada por uma inquietação desesperada, como se algo estivesse escapando de seu controle. Ela perguntou com urgência:

— E agora? Onde está o Imperador?

A serva respondeu com cuidado:

— O Imperador foi ao Palácio da Harmonia, conforme ordenado pela Imperatriz-Avó...

Ao ouvir isso, Felícia não conseguiu mais se conter.

"Ainda em plena luz do dia, a Imperatriz-Avó queria que eles fossem transar?! E o Imperador também aceitou?!"

— Vera, troque minhas roupas! Vou ver o Imperador agora!

Felícia estava completamente inquieta. Mesmo sabendo que o Imperador não tocaria na Imperatriz, e se... E se ele cedesse à pressão da Imperatriz-Avó?

Ela não podia permitir que acontecesse nenhum imprevisto!

— Depressa! — Ordenou com raiva.

— Senhora, gravou de tudo o que eu disse?

Iolanda era uma velha criada da Imperatriz-Avó, com alto prestígio. Sua presença ali representava diretamente a autoridade da matriarca.

Os olhos de Íris estavam frios como um poço sem fundo. Ela lançou um olhar de soslaio para a pintura erótica que estava diante de si.

— Sim.

Ela sempre aprendeu rápido desde criança. E, na verdade, convivendo com homens no acampamento militar, tinha ouvido muitas piadas de teor obsceno e conversas íntimas. Mesmo sem ter presenciado, escutou durante anos. Ela nem precisava ouvir com atenção.

Bem, e de fato, nem conseguia.

Ao aceitar o casamento por substituição, sabia que teria que passar por isso. Mas agora que estava diante do momento, seu coração ainda não conseguia aceitar.

Ter que transar com um homem por quem não sentia absolutamente nada... Era tão humilhante quanto correr pelada em público.

E mais, o seu coração já pertencia a outro...

De repente, as portas de madeira foram abertas, revelando um caminho amplo. Íris ergueu os olhos e viu várias servas entrando em ordem, carregando diversos itens.

Havia trajes de dormir, essências aromáticas e, como Iolanda mencionara, diversos objetos para apimentar a transa...

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