— Lillian!
Acenei para Tegan e os guerreiros que ele havia trazido ficarem em posição de espera, e corri para encontrá-la.
— Para onde ela foi?
Ela me deu um abraço apertado.
— Estávamos tão preocupados com você. — Ela disse com emoção contra meu ombro enquanto nos abraçávamos. — Zara e sua madrasta continuavam trazendo notícias de que você estava sendo maltratada em Nightwolf. Eu disse a ela que Zara mente, mas ela não conseguia tirar aquelas palavras da cabeça.
Ela fungou e limpou uma lágrima do olho.
— Ela só ficava dizendo que precisava ir ver alguém para consertar as coisas. Que encontraria um jeito de libertar você.
— Ah, Lillian.
Encarei-a, consternada.
— Eu estou bem em Nightwolf. Eles não me tratam mal. Gideon e eu só estamos... Ainda nos conhecendo.
Ela pareceu se animar com aquilo.
— Eu esperava que fosse esse o caso. Sei que você aguentaria praticamente qualquer coisa pela sua família, mas sua mãe... Bem, ela ainda acredita na hierarquia. Se a Luna dizia algo a ela, ela levava aquilo mais a sério do que deveria.
Eu podia acreditar nisso. Apesar de tudo que aquela alcateia havia feito com ela, minha mãe nunca tinha realmente cogitado ir embora antes.
Mas para onde ela teria ido?
Perguntei a Lillian, e ela puxou um pedaço de papel gasto.
— Ela disse que, se você viesse procurá-la, eu deveria lhe entregar isto.
Estudei o papel. Era um mapa desenhado de forma grosseira. Eu não o reconheci.

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