Natan
Acordo cedo e vou para o banheiro tomar um banho frio, preciso estar super preparado para encarar minha madrasta e não lembrar do que fiz pensando nela.
Assim que chego no pé da escada, escuto as vozes do meu pai e da Helena, ele está falando baixo, mas da pra perceber o tom alterado na voz.
— Você estava se insinuando pra ele! - seu tom é acusatório!
— Eu não estava! Apenas recebi o jornal e entrei! - Helena explicou.
— Não receba mais, entendeu! De agora em diante eu recebo ou ele deixa jogado na porta! Não quero mais você falando com ele! - meu pai diz em um tom ameaçador.
— Tudo bem! Agora solta o meu braço! - depois de um tempo em que eles ficaram em silêncio desço as escadas e vejo meu pai lendo o jornal e tomando uma xícara de café, Helena está na pia preparando alguma coisa.
— Bom dia! - cumprimento-os.
— Bom dia! - Helena diz sorridente como se nada tivesse acontecido entre ela e meu pai.
— Bom dia filho! Dormiu bem? - pergunta dando um gole em seu café.
— Sim! - respondi tranquilo.
— Suas aulas começam amanhã certo? - meu pai volta a puxar assunto.
— Sim! Mas hoje irei visitar a faculdade para conhecer o local! - respondi.
— Excelente ideia! Bem! Já estou atrasado! Filho se sinta em casa! - meu pai diz olhando no relógio, depois levanta e dá um beijo no rosto da Helena, que fica imóvel e não retribui e depois vai embora.
Quando Helena se vira percebo as marcas roxas de dedos no braço dela, e um pequeno pingo de sangue no lado esquerdo da sua boca, ela se aproxima de mim toda gentil e coloca um prato de sanduíche pra mim, era isso o que ela estava fazendo na pia.
— Helena não precisava se incomodar! - digo meio sem jeito para a minha madrasta.
— Imagina! Experimenta pra ver se está bom! - sorri me deixando hipnotizado.
Eu dou uma mordida! E realmente está uma delícia, olho sorrindo pra ela enquanto mastigo, e ela sorri de volta, até então eu ainda não tinha visto ela sorrindo, e percebo que ela faz covinhas na bochecha por causa do ato.
Muito linda!
Desço meus olhos pelo seu pescoço branquinho e perfeito e paro em seu busto marcado pelos seios grandes.
— Muito gostosa! - penso alto.
— O quê? - pergunta desentendida.
— Eee... o sanduíche! Tá uma delícia! - tento disfarçar.
— Ahhh! Que bom que gostou! - ela se vira para a pia e começa a lavar a louça.
E eu me perco novamente observando suas curvas, ela tem a cintura fina e quadris largos mesmo que ela vista um short folgado não consegue esconder, o tamanho da bunda, e muito menos suas pernas grossas e torneadas, ela troca o peso das pernas e o bumbum durinho dá uma balançada, imagino ele balançando assim depois de um tapa bem dado pela minha mão.
Porra! Minha madrasta é uma perdição!
Ela se vira e percebe que já terminei meu sanduíche e se aproxima e pega meu prato, e eu prendo minha respiração quando ela faz isso, porque quando ela chegou perto de mim meu corpo inteiro começou a formigar e esquentar, parece até que voltei a ter quinze anos de idade quando meus hormônios tomavam conta do meu corpo.
— Tem suco na geladeira e café na garrafa! - fala apontando para a garrafa térmica em cima da mesa.
— Obrigado Helena! - agradeço me levantando e pegando suco na geladeira.
— Por nada! - ela olha de novo pra mim e sorri, e é impossível ignorar esse pontinho vermelho no canto do lábio dela.
— O que foi isso no canto da sua boca? - pergunto fitando seus lábios.
— O quê? - tenta disfarçar.
— Essa manchinha de sangue! - me aproximo e passo o dedo delicadamente para retirar e percebo que está ferido, luto com todas as minhas forças para não colocar um ou dois dedos dentro dessa boca vermelha e carnuda e implorar pra ela chupar.
Ela dá um passo pra trás se afastando, provavelmente porque eu demorei demais pra tirar minha mão do seu rosto.
— Isso! Ah! Sim! Eu bati na porta do banheiro! Eu sou uma desastrada! - ela diz e volta a lavar a louça, isso tá parecendo mais com um tapa, e essas manchas roxas no braço branquinho dela, só me fazem ficar com mais raiva, eu quero perguntar se meu pai é violento com ela, mas tenho medo dela achar que eu estou me metendo onde não devo, eu acabei de chegar de viagem e já estou rondando ela mais do que deveria.
Ahhh qual é! Eu estou ficando muito tempo em casa, tá na hora do velho Natan Rock sair de casa e encontrar alguém pra transar.
— Já vou indo Helena! - digo me preparando pra sair da cozinha.
— Bom passeio! - ela diz toda sorridente, o sorriso dela é tão lindo, e a voz dela é tão meiga e gentil, que me faz sentir em casa, mas, mas.
Tenho que parar com isso, e procurar alguém pra foder.
— Oi Natan! - Malu me cumprimenta já se jogando pra cima de mim.
— Oi Natan! - Manu vem logo em seguida.
— Bom dia meninas! Até mais! - essas eu não quero, são nojentas.
— Está de saída? Não quer ir ao shopping com a gente? - Malu insiste.
— Nós temos um cartão de crédito para gastar como quisermos! - é eu sei como vocês conseguiram esse cartão de crédito com o meu pai.
— Obrigado mas não posso! Tô indo pra faculdade! - respondo e saio apressado e nem escuto o que elas dizem como resposta.
Dou um passeio no campus da faculdade e percebo que o local é muito amplo, o prédio é enorme e tem vários cursos e alunos.
Enquanto eu vou caminhando pelo campus, vou percebendo os olhares das garotas para mim, eu sempre fui o cara mais pegador do ensino médio, e pelo visto na faculdade não vai ser diferente, meu lema sempre foi pegar e não se apegar, e sempre deixo claro para todas as garotas com quem eu transo, assim evitamos desentendimentos desnecessários.
— Tá perdido ? - uma loira de olhos verdes chega perto de mim já abrindo um sorriso, passeio meus olhos no corpo curvilíneo dela e percebo que é a maior gostosa, meu pau já fica animado.
— Sou novo por aqui, talvez precise de ajuda para conhecer o campus! Sou Natan Rock! - só vou me apresentar como Toledo na presença do meu pai.
— Iara Marques! - responde me olhando de cima a baixo.
—Prazer! - dou um beijo no rosto da garota, propositalmente no canto da boca, ela sorri em resposta e morde o lábio.
olhos azuis acinzentados se chocam nos meus, ela levanta toda sem jeito e com o rosto vermelho, o cabelo preso em um coque no alto da cabeça com alguns fios soltos e rebeldes, eu fico imaginando que é assim que ela deve ficar depois de uma foda bem segura.
— Oi Natan! Você já chegou! Eu estava tentando limpar uma mancha de.... O que é isso? Como você se machucou? - pergunta com o rosto preocupado e se aproxima de mim.
Ela tá com um shortinho jeans desfiado, não muito curto, mas o suficiente pra mostrar suas coxas grossas e roliças, e uma blusa regata que faz seus peitos balançarem quando ela caminha.
Ahhh cara! Tá chegando perto a tentação!
— Alguém bateu em você? - perguntou me fitando de perto.
— Foi uma tentativa de assalto! - não podia falar que apanhei do namorado de uma garota que eu tinha transado.
Até porque durante toda a transa quem eu tava vendo era ela e não a loira, eu nem imaginava que esse tipo de coisa era possível, já tinha visto em filmes e novelas, mas não imaginava que alguém poderia transar imaginando outra pessoa de uma forma tão real como eu fiz mais cedo, pelo visto o cérebro humano prega mais peças na gente do que se pode imaginar.
— Senta aqui! - sou tirado dos meus pensamentos pela mulher que está fudendo com o meu psicológico "literalmente" quando ela puxa na minha mão e me faz sentar no sofá, e....
Puta merda!
Se ajoelha bem na minha frente no meio das minhas pernas e começa a passar algum tipo de remédio nos meus ferimentos.
— Vai arder um pouco! - avisa.
Se era pra arder eu não senti! Porque meu corpo todo já está ardendo de desejo por essa mulher gostosa ajoelhada aqui na minha frente, e a única coisa que eu quero é segurar forte no coque do cabelo dela e fazer ela chupar o meu pau, mordo meu lábio com força por causa desse pensamento.
— Eu falei que ia arder! - diz com o rostinho lindo cheio de preocupação, e meus olhos passeiam, pelos seus lábios carnudos e descem até o decote que está mais à mostra por causa da sua posição, e vislumbro esses dois melões deliciosos.
Quero muito chupar eles!
Por fim ela levanta um pouco e chega um pouco perto e passa o remédio no canto da minha sobrancelha, e meus dedos coçam para abrir o botão do seu shortinho e abaixar o zíper, mas fecho os olhos e tento controlar a minha respiração.
— Sinto muito! Mas é melhor sentir dor agora e evitar algum tipo de infecção! - tenta me explicar.
Eu tô morrendo de dor Helena! Mas é no meu pau que tá duro pra caralho!
— Eu entendo! Obrigada! - agradeço tentando me recompor.
— Você vai na polícia? - pergunta guardando os remédios.
— Não! Eu nem vi direito quem era! Vou pro meu quarto! - começo a me levantar.
— Quando o almoço estiver pronto eu te chamo! - diz com um olhar penoso.
— Tudo bem! - subo apressado as escadas e entro correndo no meu quarto trancando a porta! Passo direto pro banheiro e começo a bater mais uma vez uma punheta bem forte pra mulher do meu pai.
Porra! Eu estou tão ferrado!
Tudo o que eu queria era trepar com ela bem gostoso! Mas isso soa muito errado de diversas maneiras, e a primeira delas e mais óbvia é que ela é mulher do meu pai, e a segunda é que ela não faz a menor ideia de que eu tô louco por ela.
Ahhh merda! Eu não sei por quanto tempo mais eu vou conseguir aguentar essa tortura!

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