Valentino entregou as rosas para Heloísa. — Parabéns adiantado.
— Obrigada, Valentino. — Heloísa pegou as flores e entrelaçou o braço esquerdo no de Valentino, revelando casualmente um relógio semelhante ao dele.
Valentino, como um cavalheiro, abriu a porta do passageiro para Heloísa e a protegeu enquanto ela entrava.
Nesse momento, a maioria dos restauradores já tinha saído.
Ao ver a figura de Valentino, todos ficaram surpresos.
— O Sr. Monteiro trata muito bem a Srta. Vasconcelos. Ele até veio buscá-la pessoalmente após a competição.
— Você viu? Os relógios que os dois estão usando são para casais. Eu vi aquele modelo de relógio numa revista, o feminino custa dez milhões.
— O Sr. Monteiro é muito generoso com a namorada. Sinto tanta inveja da Srta. Vasconcelos.
— Pelo que o Sr. Monteiro disse, a Srta. Vasconcelos ficar entre os três primeiros já é certeza.
Os comentários de todos chegaram aos ouvidos de Heloísa.
Ouvindo as vozes invejosas, Heloísa levantou os cantos da boca.
Heloísa estava sentada no banco do passageiro do Maybach e olhou para a expressão de Flávia. Queria ver tristeza nela.
Mas ficou decepcionada.
A expressão de Flávia era calma. Não deixava ninguém ver nenhuma emoção.
Valentino fechou a porta, virou-se e viu Rafael e Flávia saindo lado a lado. Seus passos hesitaram.
Ele assentiu para Rafael. Quanto a Flávia, ele apenas deu um olhar e não fez menção de cumprimentar.
Rafael assentiu em resposta.
Em seu coração, ele estava insatisfeito com a atitude de Valentino ignorando Flávia.
Flávia não teve nenhuma reação ao comportamento afetuoso de Valentino e Heloísa.
Ela já não queria mais o Valentino, muito menos se importaria com Heloísa.
O som de ronco do Maybach preto logo desapareceu diante de todos.

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