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A noiva substituta do Ceo romance Capítulo 10

Pamela

—Já sei,está demitida!Problema resolvido.— O Caleb teve a audácia de falar isso.

— Como é?Demitida? Tá ficando maluco?—Perguntei furiosa.

— Maluco? —Caleb me olhou com uma expressão engraçada no rosto.

— Você não pode me demitir! Depois de tudo o que eu fiz por você?—Me levantei completamente emputecida.

—Ei ei ei ei. Calma senhorita Monteiro. Só estou brincando com você. — Apenas depois que o Caleb se levantou que eu percebi que tinha alterado a minha voz.

— Eu não vou demitir você! Só estava tentando descontraindo um pouco. Você parece tensa.

—Ah, tudo bem, me desculpe por isso então.Eu não queria gritar.

—Não se desculpe, eu não deveria ter brincado com isso. Eu não queria ter feito você gritar. Pelo menos não por isso.— Caleb provocou.

O Caleb nunca havia flertado comigo antes, pelo menos não fora das minhas fantasias.

Voltei a me sentar e o Caleb também.

— Está um pouco mais calma?—Caleb me perguntou tomando um gole do vinho.

—Estou.

— Ótimo,então vamos conversar sobre esse casamento. — Caleb ficou um pouco mais sério depois que disse isso.

— Eu não queria me casar Pamela.—Ele começou.

— Esse acordo todo foi uma ideia estúpida do meu pai, e não minha. O casamento nunca esteve nos meus planos, estava relutante a isso a te pouco tempo. Mas acabei entrando em um acordo com o meu pai e agora preciso desse casamento. E bom, eu acho que me casar com você pode ser um pouco menos pior e asqueroso do que seria com outra pessoa.

—Asqueroso?—Perguntei admirada com tamanha arrogância.

— Não me refiro a você. Mas ao casamento, a ideia de viver aprisionado a uma pessoa me causa calafrios, mas com você não seria tão ruim.—Ele tentou se justificar mas ele não estava se ajudando.

—Uau.

—Pamela. Não me entenda mau, eu quero me casar com você, mas não de verdade.—Ele disse escolhendo as palavras.

—Tudo bem Caleb. Agora já chega, eu estou indo embora. —Me levantei novamente mas dessa vez pegando a minha bolsa. sinceramente a Flávia que se lasque sozinha para pagar o que deve.

—Pamela, por favor, me escuta primeiro. Depois você decide.—Caleb se levantou e segurou no meu braço levemente quase suplicando. O toque dos seus dedos quentes deixou aquela parte do meu braço formigando.

—Caleb, isso não vai dar certo. Somos muito diferente, não é você...sou eu.— Falei usando as frases mais clichês que eu consegui lembrar.

—Pamela, por favor. —Ele pediu me jogando um olhar de cachorro pidão.

—Tá bom. Me diga qual o seu plano. —Falei me sentando novamente mas dessa vez sem a intenção de me levantar.

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