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A noiva substituta do Ceo romance Capítulo 9

Caleb

Terminamos o jantar e fomos ao meu apartamento ou como meu irmão gosta de chamar "o matadouro", onde eu costumava levar algumas mulheres que acabava me interessando, mas isso já fazia muito tempo, um tempo distante, acho que fazia mais de 2 anos que eu não levava ninguém lá.

Destranquei a porta e a abri, fazendo um gesto com as mãos para que ela entrasse. — Por favor, entre. — Falei com um sorriso que tentei deixar casual, mas não consegui disfarçar a minha vontade de devorar a Pamela. Eu não iria fazer nada, mas se ela quisesse eu não iria recusá-la.

Pamela hesitou por um segundo antes de cruzar a porta, os ombros tensos, o olhar curioso, mas cauteloso. Era intrigante ver a senhorita Gomes, digo, senhorita Gomes Monteiro, vulnervél daquele jeito, porque eu estava mais acostumado a ver o mulherão da porra que sempre resolve os meus problemas, dos minimos como mandar lavar meu terno,ou comprar o meu café, como conseguir uma reunião com o maior investidor da empresa. Essa mulher me deixa mínimo impressionado.

— Relaxe, Pamela. — Falei, me aproximando alguns passos, baixo o suficiente para que ela tivesse que prestar atenção em cada palavra que saísse da minha boca. — Eu não mordo... Só se você pedir. — Completei com um sorriso que sabia ser mais provocador do que precisava.

Ela engoliu seco um pouco paralisada, seus olhos arregalados encontraram os meus. Eu não conseguir distinguir, se ela tinha gostado da minha sutil investida ou se ficou constrangida com isso. Pamela sorriu levemente, e então eu me afastei e liguei as luzes do comodo.

Ela entrou na sala e olhou ao redor com um olhar que eu não conseguia descifrar.

— Que estranho. — Ela falou com um tom diferente em sua voz, um bem diferente do que eu estava acostumado a ouvir dela.

— O que é estranho? — Perguntei, tentando não soar tão interessado, mesmo que cada detalhe daquela situação me deixasse curioso. Quer dizer, como não ficar no mínimo curioso? Ela é minha secretaria gostosa, por quem eu venho reprimindo o desejo diário a anos. Pamela é o motivo de eu ter insonia e ter que me masturbar incansavelmente pela manhã antes de ir trabalhar. Se eu não me aliviasse não teria como eu me segurar perto dela. Eu tive que ignorar cada uma das suas roupas apertadas, dos seus vestidos justos e seus decotes exagerados. Eu tive que ignorá-la o maximo que pude, a solução foi não dar nem bom dia a ela.

Ela ainda não olhou para mim, seus dedos deslizando distraidamente pelo encosto de uma cadeira próxima. — É a primeira vez que venho aqui à noite.

— Sério? — Minha surpresa era genuína. — Achei que você já tinha estado aqui muitas vezes.

Ela balançou a cabeça, finalmente me encarando. — Não. Nas poucas vezes em que vim aqui foi durante o dia, e sempre por causa do trabalho, algum documento que o senhor havia esquecido e me mandava buscar, e teve uma vez, há uns dois anos, eu acho. Que o senhor me pediu para me livrar de uma garota.

Vish.

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