Caleb
Eu me aproximei da Pamela e a puxei pela cintura, para poder olhar em seus olhos. Ela parecia nervosa, mas que se dane eu também estava.
— E então... Querida, esposa.— Me aproximei ainda mais dela. Fui com a cara e a coragem, porque sabia que a Pamela me queria, ela me desejava, eu a vi se tocando e pensando em mim. Eu sabia o que ela escondia e por todos esses anos escondi até o que eu queria. Eu só precisava provocar o suficiente para ela ceder.
— Sim, querido esposo.— Ela respondeu com o mesmo tom irônico que eu havia usado. Por essa eu realmente não estava esperando.
— Acho que é agora que a gente... consuma o casamento, não acha?— Falei me aproximando ainda mais do seu rosto. Eu pensei que com essa frase ela iria se afastar, mas não, pelo contrário. Ela me lançou um olhar safado que pensei que a Pamela seria incapaz de jogar para mim. E puta que pariu, ela me desarmou. Mas eu não deixei ser seduzido sozinho.
Levei a minha mão direita até seu rosto, e a esquerda puxei pela cintura e tomei os seus lábios com os meus. Aquele, sim, foi um beijo de verdade. Os lábios dela eram doces e macios, e o beijo se encaixava perfeitamente, eu parecia entorpecido por ela. Ela segurou em meus ombros, nesse momento senti todo o meu sangue ir para o meu pau.
Minha pele aquecia por inteiro, e por isso não conseguia pensar em mais nada, não conseguia raciocinar direito, eu só queria rasgar a sua roupa e fazê-la minha.
O beijo estava esquentando ainda mais, quando ouvimos um barulho irritante que nada mais era do que a campainha do quarto tocando de forma insistente.
Eu não quis parar o beijo, mas a Pamela desviou a boca da minha, mas isso não me impediu de continuar beijando o seu pescoço.
— Caleb...— Pamela falou quase sem folego.
— Hum? — Murmurei enquanto beijava o seu pescoço.
— Não acha que pode ser importante? — Pamela me empurrou levemente.
— Mas importante do que isso aqui? — me afastei do seu pescoço e olhei em seus olhos.

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