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A noiva substituta do Ceo romance Capítulo 26

Caleb

Acordei com a melhor sensação do mundo.

O corpo relaxado, o cheiro dela ainda impregnado na minha pele, o gosto dela na minha boca. Ontem à noite foi perfeito, foi delicioso.

Virei o rosto no travesseiro e lá estava ela, ainda adormecida, o corpo nu parcialmente coberto pelo lençol, os cabelos bagunçados, um braço descansando sobre minha barriga. Minha.

Um sorriso satisfeito tomou conta do meu rosto. Eu finalmente tinha provado Pamela. E, meu Deus, que gosto viciante ela tinha.

A lembrança da noite anterior acendeu algo dentro de mim. O jeito como ela gemia meu nome, as unhas cravadas em minhas costas, o encaixe perfeito dos nossos corpos. Cada curva dela se moldava a mim como se tivesse sido feita para isso.

Deslizei os dedos pelo seu rosto, traçando a linha delicada de sua mandíbula, até alcançar seus lábios, que estavam inchados dos beijos da noite passada. Beijos quentes, desesperados, viciantes.

Sem resistir, inclinei-me e rocei a boca na dela, um beijo casto, mas carregado de desejo.

Pamela suspirou e se mexeu devagar, seu corpo esbarrando no meu. Porra.

Ela abriu os olhos devagar, piscando algumas vezes antes de sorrir preguiçosamente.

— Bom dia, senhora Belmonte. — Minha voz saiu rouca, carregada de satisfação.

Ela sorriu, mas logo arregalou os olhos, levando as mãos ao rosto.

— Meu Deus… eu devo estar horrível.

Ri baixo.

— Você está deliciosa.

Ela revirou os olhos, claramente achando que eu estava brincando. Mas eu não estava. Aquela mulher estava me matando aos poucos.

Pamela afastou o lençol e se levantou, completamente nua.

Puta que pariu.

Me recostei nos travesseiros, observando-a. O jeito que suas curvas se moviam, a pele ainda marcada pelos meus toques. Era uma visão para se admirar.

Ela caminhou até o banheiro e, antes de entrar, olhou para mim por cima do ombro, um sorrisinho nos lábios.

— Vou tomar um banho.

Minha resposta veio na hora:

— Posso ir com você?

Pamela riu, voltou até mim e me beijou, mordendo meu lábio inferior no final.

— Não.

E então entrou no banheiro e trancou a porta.

Eu prefiro jogar bem minhas cartas. Se investisse do jeito certo, tinha certeza de que poderia dormir com Pamela novamente. E, sinceramente, depois da última noite, eu não queria outra coisa.

Peguei o telefone ao lado da cama e disquei para a recepção. Uma voz masculina atendeu do outro lado.

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